Comando do PSL reage a grupo de Bolsonaro e decide punir deputados considerados infiéis

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O presidente Jair Bolsonaro chegou na tarde desta segunda-feira (16) ao Palácio do Alvorada, residência oficial, após ter recebido alta, mais cedo, do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo REUTERS/Adriano Machado

O comando do PSL decidiu reagir ao grupo de deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro e punirá os parlamentares que, de alguma forma, adotaram atitude considerada infiel à sigla.

A decisão foi tomada em meio ao embate entre Bolsonaro e o presidente do partido, Luciano Bivar.


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As punições analisadas para os deputados considerados infiéis são, por exemplo, a retirada desses deputados das comissões temáticas e a retirada deles de cargos no partido.

O deputado Filipe Barros, por exemplo, deixará a presidência da Juventude Nacional do PSL.

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Para o deputado Júnior Bozzela (PSL-SP), as punições não configuram “perseguição política”, mas o partido “não é a República das Bananas”.

“Aqueles que atacarem o partido, obviamente, estarão sujeitos a algum tipo de punição. […] O partido é sério, é uma instituição e tem regra. Então, aquele que descumprir e atacar a imagem da instituição, automaticamente sofrerá algum tipo de punição, com certeza”, disse.

Entenda a crise

Nesta terça (8), Bolsonaro disse a um apoiador para “esquecer” o PSL. Nesta quarta, disse que não há crise com o partido, comparando a situação a uma “briga de marido e mulher”.

Também na quarta, um grupo de 20 deputados do PSL passou a buscar uma saída jurídica para deixar o partido se Bolsonaro decidir sair.





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