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quarta-feira, 26 janeiro, 2022
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Quais são os sintomas da Ômicron; Tire suas dúvidas

Se você pegar a ômicron, é menos provável que adoeça gravemente do que com as variantes anteriores.
Por CenárioMT

A variante Ômicron é responsável pelo aumento de casos da doença, e os sintomas são mais semelhantes ao de um simples resfriado do que com os sintomas clássicos de Covid-19.

Estudos em todo o mundo estão pintando um quadro consistente de que a ômicron é menos agressiva do que a variante delta, com uma chance até 70% menor de pessoas infectadas acabarem no hospital.


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Entre os sintomas mais comuns já relatados estão: dores musculares, cansaço, garganta arranhando, coriza, dor de cabeça e espirros e perda de olfato e paladar. Em alguns poucos casos também foram relatados febre baixa e tosse seca.

Estudos apontam ainda que a nova variante, apesar de mais contagiosa, é menos grave que as anteriores.

Leia também: Ômicron em Crianças de 0 a 4 anos; Entenda

Sintomas da Ômicron

De acordo com o aplicativo criado pelo King’s College London, milhões de infectados com a nova cepa apresentaram a sensação de confusão mental ou delírio. Foram detectados dois tipos de delírio: hiperativo e hipoativo.


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O primeiro se trata de mudanças drásticas no comportamento, incluindo agitação, angústia e até agressão em casos graves. Por sua vez, o hipoativo é quando o paciente se torna mais retraído e menos responsivo, chegando até a apresentar sonolência exagerada. Os delírios hipoativos são mais difíceis de serem detectados.

O aplicativo que acompanha pessoas infectadas com Covid-19 apontou que este sintoma está se mostrando mais comum em pessoas mais velhas. Especialistas afirmam que este quadro de delírio pode ser o agravamento causado pela Covid-19 em outro problema de saúde.

Fique alerta

Médicos alertam que em qualquer caso de sintomas de delírio, ou confusão mental, familiares do paciente devem prontamente levá-lo ao hospital mais próximo para buscar ajuda especializada.

A nova variante já foi detectada em 106 países e já é dominante em vários países, tendo assim superado a Delta.

Novos estudos indicam que a Ômicron é mais contagiosa, mas menos perigosa que a Delta. Pesquisas realizadas no Reino Unido, na África do Sul e Escócia revelam que as internações hospitalares de doentes infectados com a variante Ómicron diminuem entre 40% e 45%, em comparação com a Delta.

Confira abaixo as principais perguntas e respostas e o que se sabe sobre a variante Ômicron:

A Ômicron causa doenças mais graves?
De acordo com a agência, ainda são necessários mais dados para saber se as infecções pela variante causam doenças mais graves ou mais mortes do que a infecção por outras variantes. Também não se sabe ainda se haverá reinfecções e infecções emergentes em pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19.

As vacinas funcionam contra a Ômicron?
A Anvisa já solicitou aos desenvolvedores de vacinas contra a covid-19 aplicadas no Brasil que avaliem o impacto da variante na eficácia de seus imunobiológicos. A princípio, acredita-se que as doses atuais devem proteger contra doenças graves, hospitalizações e mortes mesmo em casos de infecção pela Ômicron, o que, segundo a agência, ressalta ainda mais a importância da vacinação completa e da dose de reforço, especialmente para os mais vulneráveis: idosos, indígenas, imunocomprometidos, pessoas com comorbidades e profissionais de saúde.

Os medicamentos combatem a Ômicron?
A agência informou que está acompanhando as discussões internacionais sobre o tema, sobretudo em relação a anticorpos monoclonais. Cientistas estão trabalhando para determinar o quão bem os tratamentos existentes para covid-19 funcionam em casos de infecção pela variante. A princípio, segundo a Anvisa, alguns tratamentos provavelmente permanecerão eficazes, enquanto outros podem ser menos eficazes.


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As máscaras funcionam contra a Ômicron?
De acordo com a agência, as máscaras faciais oferecem proteção contra todas as variantes da covid-19. Por esse motivo, a Anvisa continua a recomendar o uso da máscara, independentemente do estado de vacinação da pessoa. Até que se saiba mais sobre o risco da Ômicron, é importante, segundo a agência, usar todas as ferramentas disponíveis para proteger a população.

Vigilância
Para melhor proteger a saúde pública, a Anvisa destacou a importância da ampliação da testagem e da vigilância genômica para rastrear variantes do Sars-CoV-2.

Alerta
Até que se saiba mais sobre o risco da Ômicron, a agência lembrou que é importante que se tenha tranquilidade e que se utilize todas as ferramentas disponíveis para a proteção individual e coletiva. A Anvisa reafirmou a importância da vacinação e da utilização de medidas não farmacológicas, como o uso de máscara, o distanciamento social e a higienização das mãos. Isso porque a covid-19 se espalha por meio do contato próximo com pessoas que têm o vírus, mesmo quem não apresenta sintomas.

Estudo indica que terceira dose da AstraZeneca protege contra Ômicron


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