Majestosa cobra sucuri aparece em estrada no Mato Grosso

Fonte: CenarioMT

As cobras trocam de pele com o intervalo de dias a meses, variando a temperatura do ambiente, alimentação, saúde e tamanho do animal, isso acontece em média cinco vezes ao ano, em caso de cobras mais novas ocorre com mais frequência.
As cobras trocam de pele com o intervalo de dias a meses, variando a temperatura do ambiente, alimentação, saúde e tamanho do animal, isso acontece em média cinco vezes ao ano, em caso de cobras mais novas ocorre com mais frequência.

Impressionante e majestosa, assim podemos classificar a enorme cobra sucuri que apareceu em uma estrada no interior de Mato Grosso. Confira o vídeo abaixo.

O vídeo da enorme cobra sucuri passeando as margens de uma estrada que corta uma fazenda, localizada no município de Lucas do Rio Verde, foi gravado em maio de 2020 por um engenheiro agrônomo. O registro, mesmo antigo, está a todo vapor nas redes sociais atualmente.

Ao passar por um córrego, o trabalhador avistou a sucuri e não pensou duas vezes em fazer o belíssimo registro.

O autor do vídeo, que não teve o nome revelado, ficou impressionado com o tamanho da sucuri. Realmente enorme, confira no vídeo:

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Quem são as sucuris?

De habito semiaquático, as cobras sucuris (Eunectes) são endêmicas da América do Sul e podem ser divididas em quatro espécies:

Eunectes notaeus, a sucuri-amarela, endêmica da zona do Pantanal; Eunectes murinus, a sucuri-verde, a maior e mais conhecida, ocorrendo em áreas alagadas da região do Cerrado e da Amazônia, sendo que, neste último bioma, os animais costumam alcançar tamanhos maiores; Eunectes deschauenseei, a sucuri-malhada, ocorre na Ilha de Marajó e na Guiana Francesa, bem como em algumas outras partes da Amazônia e Eunectes beniensis, a sucuri-da-bolívia.

Uma das principais características das cobras sucuris, além do tamanho que chama a atenção, é o dimorfismo sexual, ou seja, nas quatro espécies, as fêmeas são maiores que os machos.

Quando está no período de acasalamento, a sucuri libera feromônios para atrair machos para reprodução, o que pode resultar na aproximação de vários machos. A fêmea acaba por escolher apenas um para se reproduzir.

A estratégia utilizada para caçar é a da espreita seguida do bote. As sucuris não são venenosas, pois não possuem dentes inoculadores de veneno
Sucuri-verde (Eunectes murinus)

Quando está no período de acasalamento, a sucuri libera feromônios para atrair machos para reprodução, o que pode resultar na aproximação de vários machos. A fêmea acaba por escolher apenas um para se reproduzir.

Em algumas situações, a fêmea acaba que por praticar o canibalismo, ou seja, como o macho com quem a pouco acoplou. O canibalismo sexual só foi confirmado em E. murinus.

As fêmeas ganham o benefício direto de uma refeição rica em proteína pós-copulatória quando consomem seus parceiros, juntamente com o benefício indireto de recursos adicionais para usar na formação da prole.

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Possui experiência em produção textual e, atualmente, dedica-se à redação do CenárioMT produzindo conteúdo sobre a região norte de Mato Grosso.