Menino de 10 anos não consegue segurar fezes e mãe desconfia de estupro

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A equipe médica da Policlínica do Planalto, na Avenida Dante de Oliveira, em Cuiabá, acionou o Conselho Tutelar durante a tarde da última sexta-feira (10) para comunicar que um menino de 10 anos deu entrada na unidade de saúde, supostamente, vítima de estupro e, por isso, não estaria conseguindo controlar a saída de fezes.

Na policlínica, os conselheiros conversaram com a mãe do menor, que levou o filho para receber atendimento médico.


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De acordo com a mãe, há cerca de uma semana o garoto começou a demonstrar comportamento estranho dentro de casa, no bairro CPA 4, onde mora com a família.

Segundo a testemunha, por várias vezes, tentou conversar com o filho o motivo de ele estar triste e ‘isolado’, mas a criança não falava e tentava se esconder. Ressaltou ainda que no mesmo período o menino passou a dormir mal, ter diversos pesadelos e acordava à noite com crises de choro sem saber explicar o motivo dos sonhos ruins.

Todos esses sintomas, aliados ao fato que o menor perdeu o controle do músculo do ânus, que solta ou prende a saída das fezes, alertou a mãe de que algo muito grave pode ter acontecido. Então, após ver o filho nessa situação na manhã da última sexta-feira (10), correu para a unidade de saúde para pedir socorro.

Os conselheiros tutelares comunicaram o fato à Polícia Militar (PM), que compareceu à policlínica e os militares conversaram com os médicos, com a mãe da criança e uma psicóloga que acompanhou o caso e teve uma breve conversa com a vítima.

No entanto, caso seja comprovado que o menino foi estuprado a única informação concreta que a mãe tem é que o garoto mudou o comportamento há cerca de uma semana e, até então, não há informação de quem poderia ter violentado o menino.

O caso foi registrado, inicialmente, por crime de lesão corporal e encaminhado à Delegacia Especializada na Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), que assumiu a investigação do caso, aguarda exames médicos para confirmar se a criança foi vítima de estupro.

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Amazonia 03 de Junho