Ato em Brasília faz defesa do SUS, da vida e da democracia

No ato estavam participantes da 17ª Conferência Nacional de Saúde, que reúne cerca de seis mil pessoas e representa a retomada da participação popular na construção das políticas para o SUS.

Fonte: Renato Ribeiro - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

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© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Um ato em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), da vida e da democracia reuniu centenas de pessoas, na manhã desta terça-feira (4), em frente ao Museu Nacional da República, em Brasília.

Com faixas, cartazes e bandeiras, a ideia era conscientizar a sociedade sobre a importância do SUS.

No ato estavam participantes da 17ª Conferência Nacional de Saúde, evento que reúne em Brasília cerca de seis mil pessoas e representa a retomada do diálogo e da participação popular na construção das políticas para o SUS.

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A representante das Mulheres das Águas de Balneário Pinhal, no Rio Grande do Sul, Carmén Léa, destacou a importância dos serviços de saúde. “A defesa do SUS e da qualificação cada vez mais do serviço, que está muito precário. Ainda temos muita coisa para fazer, o controle social, porque a maioria aqui faz parte de conselhos municipais e estaduais de saúde”.

Os participantes da conferência vão decidir sobre duas mil propostas e diretrizes apresentadas em conferências municipais, estaduais e livres, em que mais de dois milhões de pessoas estiveram envolvidas.

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Brasília, 04/07/2023 Ato público em defesa do SUS, da Vida e da Democracia como parte das atividades de mobilização da 17ª Conferência Nacional de Saúde. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Ato público em defesa do SUS, da Vida e da Democracia como parte das atividades de mobilização da 17ª Conferência Nacional de Saúde – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O resultado vai servir como base para a elaboração do Plano Nacional de Saúde e Plano Plurianual de 2024-2027.

Aderildes Kaixana, membro do Conselho Distrital de Saúde Indígena do Alto Rio Solimões, no Amazonas, trouxe para Brasília as propostas dos indígenas da região. “A saúde indigena faz atenção à saúde, prevenção, é cuidado do indio que está bom. Mas aí quando o índio adoece, ele vai para a média complexidade que é o município, ai está o nosso problema, e o problema maior é a alta complexidade que é o estado, onde nós não temos a consulta com médico especializado para os nossos indígenas”.

A 17ª Conferência Nacional de Saúde acontece até a próxima quarta-feira (5) em Brasília.

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