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domingo, 09 maio, 2021
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PM que pulou de helicóptero no Rio Cuiabá para salvar mulher usou técnica pela primeira vez

Por CENÁRIOMT COM INF. OLHAR DIRETO

Responsável por salvar uma mulher que pulou no Rio Cuiabá, o sargento Valdinei Silva Pacheco, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), disse que foi a primeira vez que colocou usou em um salvamento real a técnica Hello Casting, quando desce do helicóptero em movimento. No momento da ocorrência, o militar conta que só pensou em salvar a vida da vítima.

“Estávamos na escuta do rádio e quando foi falado que a mulher poderia pular, já ficamos à espreita para preparar o material, o que precisasse para poder ir. Quando a equipe da PM e do Bombeiro se aproximou, ela já tinha pulado. Ouvimos no rádio que ela já tinha pulado e acionados a aeronave. Quando chegamos lá, eu já estava sem meu equipamento para pular”, relatou, sobre a força-tarefa realizada nesta quarta-feira (28), na capital mato-grossense.

“Avistamos ela no meio do rio, aparentemente ela estava boiando e se controlando, mas estava cansada e bem agonizada. Não estava afogando, mas se controlando. O procedimento de afogamento é muito curto, não daria tempo de a gente chegar. Ela lutou muito para não morrer”, acrescentou.

Sargento Pachecho, que é policial militar há quase 20 anos, sendo 10 deles no Ciopaer, também contou com ajuda dos bombeiros. “Eu estava exausto, em uma estafa muito grande, me forçou demais porque eu estava com macacão. Eu fiz um esforço sobrecomum para tirar nós dois da água. Quando aproximei do barranco, os dois bombeiros que haviam chegado depois que ela pulou, eles me ajudaram bastante e foi o que fez essa assistência a ela. Quando vi que ela estava bem assistida, deixei com eles e a gente decolou e voltou para base”,

Embora tenha uma longa carreira na Instituição, ele conta que foi a primeira vez que usou a técnica Hello Casting em um salvamento real. “É função nossa, mas é uma atividade atípica do cotidiano. Para mim, foi muito inusitado pelo fato de nunca ter feito em situação real. Mas nessa hora a gente não pensa em muita coisa, se vai enroscar em um toco, se o está rio sujo, se tem correnteza, se está forte, se vai morrer, a gente não lembra disso, a gente quer saber de salvar a vida”, finaliza.

Ao retornar para o hangar, o tripulante foi aplaudido pelos colegas de trabalho.


Dayelle Ribeirohttps://www.cenariomt.com.br
Redatora do portal CenárioMT
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