Duas semanas após morte de universitária, mãe faz desabafo: ‘Não esqueço de você um só minuto’

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Foto: Reprodução/Facebook

Duas semanas após a morte da universitária Mariana Bazza, de 19 anos, a mãe Marlene Forti Bazza postou um texto em sua rede social desabafando sobre a dor de não ter mais a filha por perto. Mariana foi encontrada morta no dia 25 de setembro em um canavial em Cambaratiba, distrito de Ibitinga, após receber ajuda de um desconhecido para trocar pneu do carro.

“Cada dia que passa minha saudade aumenta, minha dor não acalenta. Não esqueço de você um só minuto. Queria que você estivesse aqui comigo contando como foi na academia, faculdade”, escreveu a mãe.

No sábado (5), a missa de 7º dia em memória à universitária reuniu centenas de moradores na noite deste sábado (5) na paróquia da cidade.


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Em clima de comoção, cerca de 700 pessoas foram à igreja localizada na Praça da Matriz, no centro da cidade de pouco mais de 35 mil habitantes, para a missa celebrada pelo padre Érico Thiago Nogueira.

Prisão

Rodrigo Pereira Alves, de 37 anos, suspeito do crime, se ofereceu para ajudar a Mariana e trocar o pneu do carro, momentos antes de ela desaparecer, no dia 24 de setembro.

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Ele foi encontrado em Itápolis, cidade a 60 quilômetros de Bariri, e acabou preso no mesmo dia. O suspeito estava na casa de parentes quando foi achado por policias. Em seguida, foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru e teve a prisão preventiva decretada.

De acordo com a polícia, Rodrigo é suspeito de ter roubado o som do carro e a carteira da universitária, além de ter tentado vender o veículo dela no dia do crime. Ele vai ser indiciado por latrocínio, que é o crime de roubo seguido de morte.

Ainda de acordo com a polícia, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Araraquara foi entregue na última quinta-feira (3) e apontou que Mariana foi morta por asfixia mecânica, causada por estrangulamento.

Outros laudos foram pedidos pela polícia e ainda estão sendo elaborados em São Paulo. O resultado deve sair em até 60 dias e a polícia aguarda os resultados para concluir o inquérito e encaminhar à Justiça.





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