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terça-feira, 20 outubro, 2020
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Instituto dá dicas para pais evitarem problemas ao comprar brinquedos

A primeira orientação do Instituto Brasileiro Defesa do Consumidor é verificar se a classificação etária corresponde à idade da criança a fim de evitar ingestão de peças pequenas.
Por Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

Verificar a classificação etária e procurar marcas e lojas de confiança são algumas dicas do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para evitar problemas na compra de brinquedos para o Dia das Crianças, comemorado nesta segunda-feira.

“A primeira orientação é verificar se a classificação etária corresponde à criança. Tem produtos que não são adequados para crianças abaixo de certa idade. O objetivo é evitar problemas como de ingestão de peças pequenas”, destaca o advogado do instituto Igor Marchetti.

Marchetti lembra que é importante o brinquedo ter o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). “O Inmetro é o instituto responsável por classificar e garantir a segurança, com vários testes.”

Segundo o advogado, comprar de marcas conhecidas não é garantia que o brinquedo não causará danos, mas abre a possibilidade de ter atendimento no caso de uma reclamação. “Optar por empresas que tem a identificação, contato para que eventuais problemas possam ser reparados e defeitos possam ser consertador mediante questionamento”, diz.

Após a compra, o advogado explica que é importante que os pais leiam o manual de instruções e acompanhem a criança, para ver se o produto corresponde ao apresentado na embalagem. “ O controle e acompanhamento dos pais é muito importante no momento da brincadeira. Não é só entregar o brinquedo para os seus filhos”, ressalta.

Em caso de problemas, Marchetti explica que é possível pedir a troca do produto ou a devolução do valor pago em um prazo de 90 dias após a identificação do defeito. Segundo ele, o Idec tem recebido reclamações especialmente em relação a brinquedos eletrônicos, como a bateria que não carrega mais depois do um mês de uso.

Marchetti sugere ainda que, em vez de comprar brinquedos novos, os pais considerem a possibilidade de participar de feiras de trocas. “Os pais, nesse momento de pandemia e de dificuldade financeira, podem ver alternativas. Em vez de comprar um brinquedo, participar de feitas de trocas. Às vezes uma criança nem está mais brincando com aquilo, mas outra criança pode ter interesse naquele brinquedo. Em compensação outro brinquedo de outra criança pode ser interessante para ela. Muitas veze o grande atrativo para acriança é a novidade”, comenta.

Edição: Maria Claudia



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