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quinta-feira, 15 abril, 2021
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SP: em um mês, força-tarefa encerra mais de 700 festas clandestinas

Mais de 560 estabelecimentos comerciais foram autuados e 444 pessoas foram detidas. “Não estamos em festa. Não temos absolutamente nada a comemorar”, disse o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.
Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil - São Paulo

No período de um mês, 716 festas clandestinas foram encerradas pela força-tarefa criada para fiscalizar as medidas restritivas de combate à covid-19 estipuladas no Plano São Paulo.

Ontem tivemos a reunião geral deste grupo denominado força-tarefa e verificamos que em muitas destas festas, além de provocarem aglomerações, e, com isso, estimularem a infecção e lamentavelmente também a propensão ao óbito, também há bebidas falsas, tráfico de entorpecentes e prostituição infantil”, disse o governador de São Paulo, João Doria.


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Bailes e festas estão proibidos em todo o estado de São Paulo por serem lugares de aglomeração de pessoas – o que facilita a dispersão do novo coronavírus.

Desde o dia 6 de março, bares e outros estabelecimentos comerciais não essenciais também estão proibidos de receber clientes. Durante ações de fiscalização, a Vigilância Sanitária Estadual inspecionou 7.216 estabelecimentos comerciais em todo o estado, dos quais 263 foram autuados.

Já o Procon-SP, que também participa da força-tarefa, vistoriou 4.176 estabelecimentos comerciais. Destes, 298 foram autuados por desrespeito à regra de restrição de circulação, uso obrigatório de máscaras e distanciamento social.

Segundo o governo paulista, 444 pessoas foram detidas em São Paulo durante as ações de fiscalização para cumprimento do Plano São Paulo.


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Aumento de jovens

Hoje (24), em entrevista coletiva, ao divulgar os dados das ações de fiscalização, o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, lembrou que a maioria das pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTIs) é idosa ou tem comorbidades.

Ele ressaltou, entretanto, que o número de jovens que necessitam de internação por apresentar a forma grave da doença cresceu de 15% a 20% durante a segunda onda da pandemia, principalmente porque essas pessoas estão se expondo mais ao vírus. “Não estamos em festa. Não temos absolutamente nada a comemorar”, disse o secretário, pedindo para que as pessoas respeitem o distanciamento social.

O cidadão pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também pelo site do Procon-SP ou pelo e-mail do Centro de Vigilância Sanitária (secretarias@cvs.saude.sp.gov.br).

Edição: Lílian Beraldo


Gustavo Praiadohttps://www.cenariomt.com.br
Gosta de economia, assistir séries, filmes de ação e gosta de videogames. Editor no CenárioMT nos cadernos de Economia e Mundo, mas nem por isso deixa uma notícia regional em branco, sempre atento as tendências que o internauta procura para ficar bem informado.
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