A greve dos caminhoneiros que começaria ontem, segunda-feira, 1º de fevereiro, em todo país, não teve registros de que a categoria tenha paralisado os serviços em Mato Grosso.

Em alguns estados, a justiça proibiu bloqueios, assim como o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que proibiu que, em caso de greve dos caminhoneiros, trechos das rodovias Presidente Dutra e Régis Bittencourt sejam bloqueados”. Também no Paraná a multa para quem bloquear a rodovia é de R$ 2 mil por dia e por pessoa em caso de descumprimento”.


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No Rio Grande do Norte, teve baixa adesão ao movimento, a rodovia chegou a ser bloqueada por manifestantes, mas logo foi liberada pela Polícia Rodoviária. Na BR-060, em Goiás também teve tentativa que foi frustrada. No Rio Grande do Sul, teve uma certa concentração de caminhoneiros, porém dentro da normalidade.

A insatisfação dos caminhoneiros, sobretudo com o alto preço do diesel e o não da tabela do frete, não se concretizou, demonstrando claramente que a categoria perdeu força e está dividida, conforme relatos de líderes que se manifestam tanto a favor quanto contrário a paralisação.

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O que a minoria da categoria reivindica

A categoria reivindica melhores condições de trabalho, é contra o aumento do preço do combustível, protesta pelo marco regulatório do transporte marítimo e cobra direito a aposentadoria especial, além de outras solicitações.

Vale lembrar que o momento não é de protestar e parar o transporte, já que estamos em uma pandemia, onde hospitais precisam do transporte das vacinas e cilindros de oxigênio para a população, e mais do que nunca precisa da colaboração para que o pais não sofra ainda mais o impacto negativo para o crescimento da economia.


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