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terça-feira, 27 julho, 2021
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Brasileiro de 30 anos morre afogado em lago na Croácia

Por CENÁRIOMT COM INF. G1/PB

Um paraibano identificado como Geovane Melo, de 30 anos, morreu em Zagreb, na capital da Croácia, neste sábado (3). Segundo informações da família, o homem, que trabalhava como agente de jogadores de futebol, se afogou em um lago, enquanto nadava. A família agora tenta fazer o translado do corpo para João Pessoa, onde ele deverá ser sepultado.

Conforme informações de Thiago Santos, cunhado de Geovanne, a estimativa de preço para translado do corpo é entre 10 e 15 mil dólares. A família está fazendo uma campanha de arrecadação para conseguir arcar com os custos e, até esta terça-feira (6), já havia arrecadado cerca de R$ 20 mil. Considerando a cotação do dólar, a estimativa do valor total do translado ultrapassa os R$ 50 mil.


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“A família está bem abalada com a dificuldade de fazer esse translado, mas se Deus quiser vai dar certo a arrecadação e vamos trazer ele”, afirmou.

Amor pelo esporte

Geovanne Melo estava na Croácia há dois meses, onde agenciava jovens jogadores de futebol. Em João Pessoa, desde a infância, ele residia no bairro Castelo Branco.

De acordo com a família, o paraibano sempre gostou muito de esportes e praticava karatê desde 2009, chegando a conquistar uma faixa preta em 2015.

Geovanne era apaixonado por futebol e decidiu utilizar esta paixão para ajudar outros jovens que sonhavam em ser jogadores. Este ano, ele, que já trabalhava com futebol de bairro, conseguiu uma oportunidade para seus atletas agenciados em Zagreb, capital da Croácia.


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Planos para o futuro

Geovanne namorava há dez anos e tinha planos de casar. Nos próximos dias, ele iria visitar a namorada, Thaise Santos, também paraibana, que mora em Porto, Portugal.

Auxílio do Itamaraty

A Embaixada do Brasil na Croácia está ajudando a família com questões burocráticas, como a emissão de documentos.

Em nota, o Itamaraty explicou que “em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, os consulados brasileiros poderão prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com autoridades locais e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito. O traslado ou não dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior para o Brasil é uma decisão da família. Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos”.

Rebeca Moraeshttps://www.cenariomt.com.br
Redatora do portal CenárioMT, escreve diariamente as principais notícias que movimentam o cotidiano das cidades de Mato Grosso.
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