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terça-feira, 22 junho, 2021
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Brasil apresenta ações sociais de combate à pandemia em reunião da OCDE

Cúpula Ministerial de Inclusão Social foi realizada virtualmente
Por CenarioMT

As ações do Governo Federal para mitigar os impactos da pandemia do novo coronavírus foram compartilhadas na Cúpula Ministerial Virtual de Inclusão Social – evento promovido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Ministério da Mulher, da Família e dos Diretos Humanos (MMFDH) foi representando pela secretária nacional de políticas para as mulheres, Cristiane Britto.

“O governo brasileiro está profundamente preocupado com as perdas de vidas e de meios de subsistência, bem como com as perturbações das sociedades e economias causadas pela pandemia de Covid-19, em nosso País, na região e em todo o mundo”, afirmou a secretária.


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Durante participação no painel “Retomada do emprego e do crescimento com melhores oportunidades para grupos vulneráveis — mulheres, migrantes, grupos indígenas e jovens”, a secretária também destacou a importância da concessão do auxílio emergencial no valor de R$ 600,00 às famílias vulneráveis. No discurso, a secretária lembrou que o benefício garantiu renda mínima por cinco meses a 60 milhões de brasileiros de menor poder aquisitivo. “Mães chefes de família recebem em dobro. É a maior ação de transferência de renda da história de nosso País”, disse.

Em relação à adoção e ao fomento de políticas para as mulheres, um dos grupos vulneráveis da pandemia, Britto destacou que o MMFDH está desenvolvendo e implementando ações para que as consequências da Covid-19 tenham um impacto menor no pós-pandemia. De acordo com a secretária, uma pesquisa oficial estatal mostrou que 7 milhões de mulheres abandonaram o mercado de trabalho na última quinzena de março de 2020 – período que marcou o início da quarentena no Brasil.

A secretária destacou ainda a viabilização da capacitação para 11 mil mulheres, iniciativa que começou antes da pandemia. “O Ministério viabilizou a oferta em cursos nas áreas de panificação, costura, empreendedorismo, construção civil, produção agrícola, beneficiamento de alimentos, confeitaria, estética, culinária, mecânica, elétrica, educação financeira”, afirmou.

Além das ações para as mulheres, o MMFDH tem adotado e fomentado políticas voltadas para famílias, jovens, crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas negras, minorias étnicas e sociais, pessoas LGBT e refugiados.


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Na área de juventude, por exemplo, foi criado o projeto Delivery Solidário, que consiste em campanha para atender famílias em situação de vulnerabilidade econômica e social. A ação permite que o cliente de serviços de delivery possa fazer doação de alimentos não perecíveis e materiais de higiene ao fazer compras e pedidos. “O Brasil tem realizado diversas ações de conscientização e inclusão social de jovens”, afirmou a secretária.

Para diminuir os impactos econômicos e sociais de médio e longo prazo, resultantes da pandemia no processo de integração de imigrantes e refugiados no Brasil, o MMFDH vem trabalhando em conjunto com a Organização Internacional para as Migrações da ONU na construção de projetos de promoção do empreendedorismo dirigidos a imigrantes e refugiados atendidos pela Operação Acolhida.

Com informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos


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