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domingo, 24 janeiro, 2021
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Assalto em Criciúma: polícia continua à procura de suspeitos do maior roubo de Santa Catarina

Por CENÁRIOMT COM INF. G1

As forças de segurança de Santa Catarina seguem em busca de qualquer vestígio que possa auxiliar na identificação dos criminosos envolvidos no assalto em Criciúma, no Sul do estado, que é considerado o maior roubo já registrado em território catarinense.

Houve reféns e tiroteio entre a noite de segunda-feira (30) e a madrugada de terça (1º). Um policial militar ficou ferido e precisou passar por cirurgias. Ninguém havia sido preso até a publicação desta notícia.

A polícia gaúcha também está auxiliando nas buscas e barreiras de fiscalização foram montadas nas estradas nas divisas de Santa Catarina com o Paraná e com o Rio Grande do Sul.

“Uma série de diligências estão em andamento, não podemos adiantar rota de fuga, qualquer informação que possa trazer prejuízo à investigação. Está dentro de um dos principais objetivos rastrear caminhões”, disse o delegado Luis Felipe Fuentes, diretor da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Com as mesmas características da ação registrada em Criciúma, durante o começo da madrugada nesta quarta-feira, uma quadrilha tomou as ruas de Cametá, no interior do Pará, a 235 km de Belém, para assaltar um banco. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror. Uma pessoa morreu, segundo o prefeito, Waldoli Valente (PSC).

Segundo a Polícia Civil, não há previsão para o fim das investigações, que pode ser demorada. A polícia usou como exemplo um assalto registrado em março de 2019 e que até então era considerado o maior no estado. Nem todos os envolvidos foram presos.

“São investigações que vão requerer um prazo longo para poderem ser realizadas, assim como também todas as informações que nós recebemos são checadas. E isso requer tempo”, afirmou o delegado geral da Polícia Civil, Paulo Koerich.

“Precisa ser um trabalho meticulosos e demorado para se dar uma resposta à altura. Não se pode querer que 30 assaltantes que tenham planejado algo e se preparado por meses se consiga uma resposta por questão de horas e de poucos dias. Na mesma proporção do que foi planejado por eles, também é preparado o trabalho de resposta da investigação”, afirmou Anselmo Cruz, da Deic.

Segundo ele, a ação criminosa foi bem planejada com “vários meses de antecedência”.

“Não temos dúvida que a ação que foi bem arquitetada, a ação criminosa foi feita com muito planejamento, com muito preparo, por conta dessa logística toda”, disse.



Dayelle Ribeirohttps://www.cenariomt.com.br
Redatora do portal CenárioMT
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