Procon verifica preços abusivos em comércios de Lucas do Rio Verde

Entre as empresas notificadas estão farmácias, drogarias, mercados, postos de combustíveis e agencias bancárias.

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O Órgão de Proteção ao Consumidor (Procon) de Lucas do Rio Verde tem trabalhado para garantir os direitos dos trabalhadores e combater preços abusivos. Muitas denúncias não são formalizadas, apenas feitas em redes sociais, mas mesmo assim o Procon age diante das reclamações.

Desde o início do ano várias ações foram tomadas. No dia 13 de março, todos os postos de combustíveis foram notificados e um deles multado no valor de R$5.000 por estar fora da margem de 20% e por descumprir a solicitação de Determinação de Cumprimento. Foram verificadas as notas fiscais e as empresas se adequaram após as determinações e notificações.

No mesmo período, foi aberto um Termo de Reclamação por ofício e notificou todas as farmácias e drogarias da cidade para que no prazo de dez dias apresentassem as notas fiscais de compra e venda dos produtos de álcool em gele máscaras de proteção facial. No dia 29 de junho os estabelecimentos foram notificados para apresentar as notas de compra e venda dos medicamentos como: dipirona, Ivermectina, Azitromicina Sulfato de Zinco, Hidroxicloroquina, Cloroquina, Eliquis, Pradaxa, Prednisona, Prednisolona, Clexane e Enoxaparina. A solicitação está sendo atendida.

Os supermercados e mercados, mercearias, e atacadistas também foram notificados para apresentarem as notas fiscais dos produtos que compõe a cesta básica: arroz, feijão, farinha de trigo, café, óleo de soja, margarina ou manteiga, açúcar, batata, tomate e banana, com objetivo de verificar possíveis infrações.

As agências bancárias também foram notificadas e tinham um prazo de 120 dias a contar do recebimento da notificação para adequarem os caixas eletrônicos. Apenas dois bancos não fizeram a adequação e nem pediram prorrogação do prazo e por este motivo foram multados em R$ 2.808,00. Caso não seja efetuado o pagamento da multa as instituições serão inscritas em dívida ativa.

Vale ressaltar que o Procon recebe denúncias, abrindo através do SINDEC reclamações e, mediante a solicitação de documentos que comprovem que o valor é abusivo ou infrativo. Por isso, é muito importante formalizar as reclamações para que as ações sejam tomadas de forma rápida e direta, trazendo resultado ao consumidor.

Durante a averiguação dos valores cobrados do: combustível etanol, álcool em gel, máscara de proteção facial, produtos da cesta básica e dos medicamentos, somente uma consumidora questionou o preço do óleo de girassol, que foi apurado e não encontrado irregularidades.

Caso suspeite de algum preço abusivo ou algo que feri o diretor do consumidor você poder ir até o Procon de segunda a sexta-feira, das 07h às 11h e das 13h às 15h, levando a nota fiscal do produto a ser reclamado.

As denúncias também podem ser feitas via e-mail: procon@lucasdorioverde. mt.gov.br com a nota fiscal do produto anexada e dados pessoais. O Procon Também disponibiliza um canal de atendimento pelo telefone 3548-2524. O Procon está localizado na Galeria Central de Serviços, que fica localizada na Av. Paraná, próximo à Av. Goiás, no Centro.

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Amazonia 03 de Junho