23.4 C
Lucas do Rio Verde
quinta-feira, 29 outubro, 2020
Início ESPORTES Gêmeas maranhenses são armas do rugby brasileiro para seguir na elite

Gêmeas maranhenses são armas do rugby brasileiro para seguir na elite

Thalia e Thalita da Costa são destaques do time verde e amarelo
Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional - São Paulo

 

O rugby está muito longe de ser um dos esportes mais populares no Brasil. Muitas pessoas nem imaginam que ele seja praticado por aqui. Cogitar, então, que a seleção brasileira feminina de sevens (na qual duas equipes de sete atletas se enfrentam em partidas com dois tempos de sete minutos) esteja indo para segunda temporada na elite mundial da modalidade e já esteja garantida para a segunda edição seguida dos Jogos Olímpicos poderia ser algo impensável. Mas esses resultados são todos realidade. E grande parte deles foi conquistada com a participação destacada de duas gêmeas maranhenses de 23 anos. As ponteiras Thalia e Thalita da Silva Costa.

“Temos um time muito bom. Podemos continuar incomodando muitas seleções nos próximos campeonatos. Só precisamos aperfeiçoar alguns detalhes com treinos”, disse à Agência Brasil a atleta Thalia, na seleção desde julho de 2018. Para Thalita, que integra a equipe brasileira desde janeiro de 2019, o próximo desafio da equipe é melhorar o resultado conquistado pela seleção nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, a nona posição: “Temos resultados bons, nossa expectativa está bem grande e a ansiedade também. Queremos evoluir e ir melhor que o Brasil foi no Rio de Janeiro. Já joguei pela equipe de rugby XV e pela seleção de beach rugby. Estou bem ansiosa para estrear pelo time de sevens”.

Atualmente, as duas são bem conhecidas no meio do rugby. Mas a entrada das irmãs no esporte acabou ocorrendo por acaso, no ano de 2017. “Estava no atletismo. Não conhecia o rugby. Mas um amigo insistiu tanto para irmos treinar, que acabei indo e gostei demais. Isso foi no início daquele ano. Minha irmã ainda demorou um pouco mais”, diz Thalia. “Na verdade, já tinha perdido o tesão por esportes. Estava parada há muito tempo. Demorei uns seis meses para começar os treinos. E só continuei pela insistência dos técnicos. Mas depois acabei me apaixonando. Principalmente porque o rugby tem muito contato”, declarou Thalita.

Daí, para as irmãs saírem de São Luís, no Maranhão, e partirem para Teresina, capital do Piauí, para jogarem no Delta, uma das principais equipes da modalidade, foi uma transição bem rápida. “Enfrentei o Delta com o meu ex-time, o Amaru, e o Carlos Marvel [técnico do Delta] me chamou e eu entrei no Super Sevens [primeira divisão do Campeonato Nacional]. Não escolhi o rugby. Foi ele que me escolheu. Um amor no primeiro contato”, disse Thalia. “Quando vi, já estava treinando com mais foco, viajava em alguns finais de semana para Teresina e joguei todas as etapas do Super Sevens em 2018”, afirma Thalita.



© CenárioMThttps://www.cenariomt.com.br
CenárioMT - Publicamos notícias diariamente no portal!
- Publicidade -

Últimas

Antecipação do BPC e do auxílio-doença é prorrogada até 30 de novembro

Previstas para acabarem no sábado (31), as antecipações do auxílio-doença e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) continuarão em vigor até 30 de novembro. A prorrogação da...

Petrobras recupera venda de combustíveis e receitas no 3º trimestre

A Petrobras recuperou as vendas de combustíveis no terceiro trimestre do ano, após um tombo provocado pela crise econômica aguda trazida com a pandemia...

Copa do Brasil: Inter vence Atlético Goianiense por 2 a 1

O Inter largou em vantagem na disputa por vaga nas quartas de final da Copa do Brasil! No Estádio Olímpico de Goiânia, o Inter...

Copa Sul-Americana: São Paulo perde para o Lanús na Argentina

O Estádio La Fortaleza, em Buenos Aires, foi palco da estreia do São Paulo e do Lanús na segunda etapa da Copa Sul-Americana desta temporada. Os...