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quinta-feira, 17 junho, 2021
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Dias das Mães: Camila, mãe do Théo e goleira do Santos

Aos 18 anos, Mary descobriu que estava grávida. Com o apoio incondicional da mãe, a goleira concilia a maternidade e o amor pelo futebol de olho em um futuro melhor para a família.
Por CenárioMT com inf. CBF

Ser mãe é uma prova de amor. Ser mãe e jogadora de futebol, então, é uma responsabilidade e tanto, para lá de desafiadora. Na elite do futebol brasileiro, 11 mulheres compartilham a maternidade com a carreira de atleta. Para explicar a paixão que as move, a CBF convidou as mães que disputam o Brasileiro Feminino A-1 para, neste dia tão especial, expressar todo seu amor. Conheça agora a história de Camila, mãe do Théo e goleira do Santos.

A maternidade chegou para Camila em um momento delicado para a sociedade, em meio à uma pandemia. Então recém-chegada ao Santos, em 2020, a goleira já cumpria a rotina de treinos virtuais, adotada por boa parte dos clubes durante o início do combate à Covid-19. Foi durante um deles, inclusive, que a jovem notou os primeiros sinais do que viria a se confirmar, a gravidez. A responsabilidade era grande, mas a jogadora contou com o apoio da família e do clube para compreender o momento pelo qual estava atravessando. No início de 2021, a goleira se tornou oficialmente mãe e trouxe ao mundo Théo. Atualmente de licença maternidade e mais habituada com o futuro de ‘jornada dupla’ que lhe aguarda, Camila não tem dúvidas que o nascimento de seu filho foi a maior benção de sua vida.


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“Hoje sei que não é nenhum problema ser mãe e atleta”

Carta de Camila, goleira do Santos, para o filho Théo, recém-nascido. 

“Engravidei com 24 anos, e percebi a gravidez durante um treino online com o time. Comecei a sentir enjoos, então já desconfiei. Tudo bem que era o meu sonho ser mãe, só não sabia que seria agora. Contei para a antiga comissão técnica do Santos e eles super me apoiaram. A minha família também, eles me deram os braços para que eu pudesse me apoiar e ser forte.

Foi muito difícil para mim no começo, só conseguia pensar na minha carreira que estava começando em um time profissional.  Eu só comecei a aceitar e ficar tranquila com 7 meses de gestação, que fui me acostumando com a ideia da maternidade.

Hoje sei que não é nenhum problema ser “MÃE E ATLETA”. Ficarei longe por alguns meses, mas é pensando nele que também irei continuar. Me deu mais forças para seguir em frente e dar continuidade à minha carreira, tenho sonhos e metas que desejo alcançar. Hoje sou grata a Deus por ter me concedido essa maravilha de bênção, ele é meu bem mais precioso!”


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