Santinho para Políticos: Chegou a era do lixo virtual

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Usando redes sociais, os pré-candidatos a vereadores e prefeitos já começaram encher suas contas de mensagens.

O político que não tem uma presença no dia a dia que normalmente se tinha, precisa pensar em uma campanha digital e em um conteúdo que consiga disputar a atenção das pessoas na internet.

 

Porém, muitos, ou a maioria, começaram agora a movimentar suas contas de Facebook e até mesmo mandar mensagens pelo Whatsapp. É tarde? não, para aqueles que fazem certo nunca é tarde, porém tem aqueles que tem necessidade de aparecer e acabam pecando em seus posts, muitos acham que postar uma foto com uma mensagem de bom dia irá mudar sua popularidade. Se enganam! Enfim, iremos ter uma campanha cheia de artes mal feitas e posts detestáveis.

Devido à alteração no calendário eleitoral, a propaganda eleitoral só é possível a partir de 27 de setembro. Antes disso, algumas atividades são permitidas aos pré-candidatos, como manifestar posições políticas, colocar-se como pré-candidato e divulgar arrecadação de recursos para a campanha.

Campanha eleitoral diferente na era da covid-19

Os estrategistas ainda vão ter que quebrar a cabeça para entender quais temas serão os mais relevantes no contexto de pandemia. “Normalmente, a campanha acontece dentro de uma agenda em que você tem alguns temas principais, como a questão da zeladoria. Mas, neste ano, essa conversa normal vai ter menos permeabilidade”, argumentou Gomes. “A questão principal é o drama econômico das famílias e um cenário em que ninguém nunca viveu”, completou.

De acordo com o publicitário, os candidatos nas eleições 2020 terão que entrar em uma seara menos abordada nas administrações municipais. “Hoje está muito mais em pensar em como criar uma rede de proteção ao cidadão”, disse.

Para o cientista político Marco Antonio Teixeira, coordenador da curso de administração pública da FGV-SP, o tema do coronavírus acabou, depois de um choque inicial, melhorando a imagem do prefeito Bruno Covas, apesar dele não ter uma marca da sua gestão.

“Se você vai buscar uma marca de gestão Bruno, para explicar os 30% de apoio, o que você encontra? O Bruno não tem uma marca, ele resolveu investir em zeladoria agora. Mas a pandemia beneficiou a imagem dele, que passou a ser a de um líder que chama para si a responsabilidade e vai tomando decisão”, argumentou o professor, acrescentando que o governo federal tem adotado o discurso do “eu não tenho nada com isso”.

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Amazonia 03 de Junho