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segunda-feira, 01 março, 2021
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Rodrigo Maia: “Pensar em eleições 2022 é um suicídio”, diz

Por CenárioMT - Gau Figueirêdo

Terceiro na “linha sucessória presidencial”, atrás somente do vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), chamado por parlamentares no Congresso Nacional de “primeiro ministro” e forte nome para se concorrer ao próximo pleito presidencial a ser realizado em 2022, o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM – RJ) fez cobranças de “maior responsabilidade” dos prováveis pré-candidatos à eleição e sucessão presidencial do presidente da república, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo Maia, nenhum dos nomes disponíveis conseguirá sobreviver a uma campanha de três anos. “Não está na hora de se tratar de eleições. Isso é um tipo de suicídio coletivo”, considerou em uma entrevista concedida ao jornal Estado de São Paulo.


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Já nos bastidores, Maia se movimenta para organizar a centro-direita que ainda não foi devidamente ocupada pelos partidos e possíveis lideranças. Enquanto pensa em uma agenda Liberal, o presidente da Câmara conversa com outros potenciais candidatos à presidência como é o caso do apresentador de TV, Luciano Huck, e o governador do Estado de São Paulo, João Dória (PSDB).

Durante a entrevista, Rodrigo Maia foi questionado a respeito se há possibilidade de se votar uma reforma administrativa em pleno ano eleitoral. “Não vejo problema. O eleitor que vai votar em 2021 e 2022 está contra esse Estado que faz muita cobrança, serve pouco e ainda tira dele. Essa é a verdade. Nós não podemos esquecer que o salário do Servidor Público Federal, em média, é o dobro do setor privado“, considera.

Quanto a reforma ministerial e se a mesma é necessária para apresentar uma melhora na articulação política do governo ele declarou “Essa preocupação na construção de um governo de coalizão eu tive até o mês de abril, quando percebi que o presidente não demonstrava interesse. Estou convencido de que para o Parlamento é muito melhor assim do que com o governo de coalizão”, e continuoupois reduziria a nossa importância. Perceba que hoje nossa preocupação é não entrar em pautas-bombas, é muito maior do que foi no passado. E se estamos reduzindo despesas de um lado fica estranho votar em projetos que, em outra parte, aumentem os gastos“, finalizou.

Primeiros presidenciáveis virtuais


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Ainda faltando um pouco mais de três anos para a próxima disputa presidencial no Brasil, alguns nomes despontam e vislumbram uma possibilidade de se candidatarem. Enquanto isso, começam a se articular nos bastidores políticos. Os primeiros nomes são: Luciano Huck, João Dória, Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro, e o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Luciano Huck

O apresentador de TV e empresário brasileiro teve seu nome bastante cotado nas últimas eleições presidenciais, mas acabou desistindo de participar do pleito. Agora desponta como uma das possíveis candidaturas para 2022.

Huck tem participado de diversos encontros com lideranças e empresários. Ele integra o movimento RenovaBR e conta com o auxílio do ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (sem partido).

Quando perguntado sobre a disputa presidencial de 2022, ele se esquiva e diz que a discussão sobre o assunto é prematura, já que falta 3 anos para as eleições, mas, de qualquer forma, pretende continuar participando e opinar sobre os grandes problemas nacionais.

Crítico do PT, já afirmou quanto aos modelos econômicos que “concordo com as teses liberais. Tenho dito que se o país crescer e for mais eficiente, desburocratizado e com acesso ao crédito, ao passo que você possa sair às ruas e não ser assaltado está bom, está tudo certo. Porém existe um outro lado tanto de São Paulo quanto do Brasil que precisa de muita atenção e o Estado precisa participar“, considerou.

João Dória

O empresário que começou a sua carreira política como prefeito de São Paulo e agora é o governador do estado pelo PSDB apoiou, nas últimas eleições presidenciais, Jair Bolsonaro no famoso episódio “BolsoDória“, o que acabou contrariando a sigla tucana, pois não deu apoio a Geraldo Alckmin no primeiro turno da disputa presidencial em que o mesmo disputava com o candidato do PSL.

Agora Dória se esforça em levar para a sua gestão o  MDB (antigo PMDB), de modo que possa estender para o seu projeto da corrida presidencial. Sobre 2022 ele também se esquiva “não é hora de falar disso. Não é o momento de se discutir as eleições de 2022. Faltam três anos e meio antes da eleição“, afirmou.

Wilson Witzel

O ex-juiz federal e atual governador do Rio pelo PSC pretende se candidatar à presidência pelo PSL, principalmente se Bolsonaro deixar o partido, uma vez que a sigla conta com a maior bancada na Assembléia Legislativa do Rio maior fundo partidário nacional.

Polêmico e duro no combate ao crime não se esquiva do assunto, ao que declaraNo momento, sou candidato a governar bem o RJ, mas havendo possibilidade em disputar a Presidência da República (…)“, assinalou.

Soltura do ex-presidente aquece discussões entre lideranças



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