Duas gerações de servidores falam sobre expectativas e desafios da paternidade

Em homenagem ao Dia dos Pais, o pai mais “novo” e o pai mais “velho”, servidores da Sedec, dividem pensamentos sobre este importante papel

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Servidor da Sedec, Adoniram Judson Almeida de Magalhães - Foto por: Reprodução

Os sentimentos de Adoniram Judson Almeida de Magalhães, 30 anos, oscilaram entre a alegria e a surpresa quando descobriu que seria pai pela primeira vez. Ao mesmo tempo, o senso de responsabilidade tomou conta dele. “É incrível saber que tem uma parte de nós crescendo, com quem iremos brincar, mas também tem a responsabilidade de alimentar, ensinar o que é certo e errado”, comenta o servidor público.

A gestação de Jéssica, esposa de Adoniram e mãe do Joaquim, foi bem diferente da expectativa em meio à pandemia da Covid-19. Não teve chá revelação nem chá de fraldas, mas a opção pela segurança do filho, que nasceu no finalzinho de julho. “Eu quero ser um amigão, ser alguém com quem ele possa sempre contar, levar inspirações e dar muito amor. Estar nas horas boas e ruins para que ele seja, futuramente, uma pessoa realizada”, espera o pai de primeira viagem.

Apesar de ser o seu primeiro dia dos pais, Adoniram vê a importância deste dia também como reflexão. “Fica aqui meus parabéns e felicidades a todos os pais, que possamos sempre buscar sabedoria para podermos desempenhar da melhor forma possível esse ofício tão bonito. E também para os filhos, valorizem sempre o seu pai”, finaliza.

Já o servidor Wellington de Andrade, 66 anos, lembra muito bem do ano de 1979, quando soube que chegaria seu primeiro filho, Christopher. Ele nasceu em outubro daquele ano e a irmã, Raphaella, no mesmo mês, mas quatro anos depois. “Eu e minha esposa nos casamos no início de 1979 e foi uma alegria muito grande. Uma realização muito diferente de todas que eu já havia experimentado”.

Para Wellington, os dois filhos representam um orgulho quase indescritível. “O Christopher é um cara muito família. Eu sempre ensinei a ele a respeitar as mulheres e hoje eu vejo isso nele. Já a Raphaella é muito guerreira e dedicada ”, conta.

Para o pai mais experiente, todos os dias se aprende com os filhos. “Eles têm mais aptidão com as coisas às vezes, aprendem a mexer em tecnologias. Mesmo com esta idade, eu vejo a importância de manter relação, dar conselho e cuidar. Eu gosto de abraçar, agora infelizmente o abraço vai ser a distância, mas mesmo assim vou estar cuidando. Para mim, a família é sempre em primeiro lugar, então seja um bom pai, pois são os valores que se perpetuaram através de sua família”, diz Wellington. (Com supervisão da jornalista Thielli Bairros)

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Amazonia 03 de Junho