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quarta-feira, 03 março, 2021
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A teoria absurda que pode ser verdade

Por Paulo Cesar

Às vezes viajamos tanto na maionese, que vemos uma curva como sendo a menor distância entre dois pontos. Bem, na verdade nem é viagem, já que Einstein disse e provou isto. Mas algumas curvas que existem na política brasileira, só Deus para explicar.

A crise no país é desesperadora. Situação e oposição, não encontram um ponto comum para administrar o país. Deste modo, o impávido colosso fica sem futuro e não espelha sua grandeza. E nesta troca de enxadadas (governo e oposição), quem perde é a população. Sem falar que até a vergonha, fica com vergonha, das burrices cometidas por estrategistas desta guerra. Um lado para “afundar” o outro, “dá tiro no próprio pé”.


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¹As queimadas na Amazônia mostram isto. Tem cada foto sem pé nem cabeça, circulando nas redes sociais, que é de fazer a vergonha ficar com dó de si mesma. E temos outros absurdos da oposição ao atual governo. ²Lula com dez dedos acenando para uma multidão, ³datas inexistentes em recibos de alugueis. Também podemos citar os eleitores que votaram na cédula de ponta cabeça. *Lembra? Há muitas barbáries como estas.

Contudo, a discussão tomou proporções maiores. Lideres mundiais, personalidades, estão palpitando sobre as queimadas.

E aqui a coisa toma outro rumo. Enquanto a briga for interna, nós resolvemos nossos contratempos. Agora, pessoas de fora, com interesses escusos, estes que cuidem do seu rabo. Tem um Zé ruela querendo ensinar o brasileiro a tomar conta da Amazônia. Será que aquele Zé, tem ideia do tamanho desta floresta? Com certeza não, caso soubesse, teria apagado o fogo de sua igrejinha.

Porém, voltando ao Brasil, à história nos mostra o mal de não cuidar do que é nosso.


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Nos idos de mil e oitocentos, foi contrabandeado do Brasil milhares de pés de seringueiras, a Malásia foi favorecida. A nação perdeu muito com isto, impostos, empregos, diretos ou não e outras coisas.

A história vem se repetindo e o povo, até quando calado? Esperamos que só por mais uns minutos. O que alguns “quase cidadãos brasileiros” fazem aos domingos? Veem teve e ficam palpitando sobre dança de famosos, assistindo reportagens sobre um ex-famoso Oreia seca, que esta na rua usando drogas, ou dando atenção a um programa, que mostra seu lindo cachorrinho. Isto lembra os descobridores do Brasil em mil e quinhentos, compravam os índios com colares, espelhos, e outros um e noventa e nove.

E hoje, mais de quinhentos anos após a descoberta do Brasil. pouca coisa mudou. Muitos governos e multinacionais, doam através de Ongs ou Ngos ao governo brasileiro, uns trocados para que o país trate melhor suas florestas, índios, rios, enfim, o pulmão do mundo. Soa bonito todas as palavras destes interessados em ajudar, sua preocupação, sempre voltada a qualidade de vida do planeta.

Contudo, a *¹real intenção não é bem esta, por baixo do tapete há muita sujeira.

O que governos e multinacionais realmente querem, nossas riquezas. Explorar toda esta biodiversidade, transforma lá em sabonete, perfume, remédios, derrubar mais e mais arvores e depois nos vender estas e outras coisas a preço de ouro.

As táticas para roubar aquilo que pertence à nação brasileira, vão desde uma ONG, até jogar a população uns contra os outros. A ONG vem ao Brasil, vai a Amazônia e agem como os portugueses que descobriram o país. Enchem os índios de penduricalhos, bugigangas e dizem que estão preservando a cultura mundial. Depois saem com uns sacos cheios de minérios, plantas, pererecas e outras riquezas inexploradas. Como fizeram os colonizadores, “com seus santos do pau oco”.

Outra técnica das Ongs, dizer que foi proibida de realizar seu trabalho e o país não receberá mais a verba destinada à preservação do meio ambiente. E continuam: “caso as verbas fossem aplicadas corretamente, os prejuízos seriam menores, pois a mata não arderia”. Conversa para boi dormir. Quem mora neste país sabe de certas coisas, na região sul o inverno é frio, na região amazônica, o inverno é seco, e muitas vezes há queimadas. Como na Califórnia EUA, ou qualquer outro lugar no mundo.

Essas ONGs poderiam ir para o nordeste e ajudar aquelas pessoas, por que apenas na Amazônia? Há algum preconceito com esta parte da população brasileira, ou não sabem transformas água salobra, em potável? Mostre que sabem e vão ajudar outras regiões do Brasil.

Estas pessoas, países e multinacionais, deveriam é cuidar do próprio rabo. A Alemanha poderia deixar de produzir automóveis, assim não poluiria o mundo e não precisaria brigar pela qualidade do ar, no planeta. A França, ao invés de dar palpites sobre a Amazônia, pare de contaminar a terra com suas indústrias de automóvel, remédios, roupas e outras.

Viajando na maionese e seguindo alguns exemplos, podemos dar razão, “A teoria absurda que pode ser verdade”.

Países ricos, pessoas famosas, multinacionais e outros com interesses financeiros comuns. Podem causar um caos localizado. O mundo é movido por dinheiro. E o Brasil bem administrado, afundaria muita gente grande. Logo, isto não interessa a estes.

Famosos no mundo, ganham rios de dinheiro para fazerem uma foto, junto a uma árvore caída e com cara de choro. Apenas para dizerem que são adeptas da natureza viva. Há quem se lembre de uma moça que praticava alimentação diferenciada e foi flagrada com um guloso prato com carne. Outros vão lembrar-se de um Zé, que era deixado em um lugar qualquer e sobrevivia apenas coma comida local. Até ser publicados fotos suas, com um mega lanche. Estas são apenas algumas provas das lágrimas de crocodilos.

Países ricos poluem o ar com suas indústrias robotizadas. Estes deveriam ter filtros em suas chaminés. Não fazem pois custariam bilhões de dólares. Então pagam a países com grandes florestas, algum punhado de dólares e os responsabilizam por uma seca natural. Ou não, afinal o mundo está superaquecendo, derretendo geleiras, por culpa do aquecimento global, causado por? Grandes indústrias de países ricos. Então, que usem calças plásticas para suas cacas.

Somado todas estas hipóteses, fica fácil perceber o interesse de outros países, “no afundamento do Brasil”. Não teriam um “rico forte” para desequilibrar suas balanças, suas indústrias levam sacos de pererecas, flora, minérios e outros. Depois enchem seus cofres, vendendo aos tupiniquins, o que nos roubaram. E assim a história se repete, outra vez. Parece até seriado, “Deixando o povo perdido como cego em tiroteio”. Com um novo episódio repetido de tempos em tempos. “O Brasil será de novo, o país do amanhã vai dar certo”.

Se você não acredita nesta hipótese, tudo bem. Contudo, dê uma olhada *²por ai. Há anos isto se repete. Americanos já levaram nossa araucária, aprenderam conosco como enriquecer urânio, a Malásia é nossa concorrente na borracha e muitas outras coisas saíram daqui.

Pior nisto tudo, voltam nos custando pequenas fortunas.

Atenção, você pode estar vendo uma fogueira, porém, cuidado, os responsáveis apenas querem reter seus olhos em um ponto. Enquanto eles com as cortinas cerradas, articulam nos vender gato por lebre.

E isto é abuso de autoridade.

            

Paulo Cesar

Paulo Cesar



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