Enquanto a projeção mundial é de queda no volume do comércio internacional, o Brasil registra alta no primeiro balanço do ano.

 

Em um cenário de crise bastante adverso, tem-se uma boa notícia no setor brasileiro do comércio exterior. Do grupo do G20, que é um bloco econômico composto por países ricos como a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia, e países emergentes como a África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia.

O país maior país da América Latina foi o único do grupo das vinte maiores economias do mundo, a expandir seu volume exportado no primeiro quadrimestre de 2020. 

Os asiáticos não deixaram de importar produtos brasileiros mesmo sendo afetados pelo grave quadro de saúde mundial, e este é um dos principais motivos para que o Brasil apresentasse o bom resultado. 

A Ásia representa 47, 2% do total de todas as exportações brasileiras, o aumento nos quatro primeiros meses foi de 10,9% em comparação com o mesmo período de 2019. O professor Gilberto Campião da ABRACOMEX, diz que os bons números estão relacionados a exportação de bens primários alimentícios, onde o Brasil é o grande produtor, e esse ano conseguimos lograr um aumento da nossa produção agrícola, com grande superávit e alguns produtos têm demanda garantida, como alimentos e vestuário.

Para o futuro, as perspectivas de crescimento são ainda melhores, já que o agronegócio continua sendo o maior colaborador pelos números. O grão da soja, suco de laranja, as carnes de boi, frango e suína, café, açúcar, milho e outros são produtos de demanda pouco elástica, ou seja, são produtos que mesmo depois da pandemia continuarão sendo muito procurados em todos os continentes.

Outros setores como o minério de ferro e petróleo exportaram juntos 13,3 milhões de toneladas em maio de 2020, de acordo com a Secex.

Gilberto Campião também diz que as perspectivas pós pandemia são de

que o Brasil continuará sendo um dos principais exportadores, em função da nossa riqueza mineral e extensão agrícola, associada a tecnologia de produção. Estamos entre as maiores economias do mundo e as nossas exportações ainda não refletiram essa realidade, além disso o  Brasil é um país jovem, cheio de energia e seguramente estará em breve, entre as 04 maiores economias mundiais.

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Amazonia 03 de Junho