Roger Federer confessa a Guga que temeu por aposentadoria forçada após cirurgia em 2016

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Um dos apoiadores da campanha “Vencendo Juntos”, que visa ajudar 35 mil famílias brasileiras em situação vulnerável em meio à pandemia pelo novo coronavírus, Roger Federer lembrou de momentos importantes de sua carreira em um papo com o ídolo Gustavo Kuerten.

O tenista suíço, atual recordista em número de Grand Slams, com 20 troféus, afirmou que temeu uma aposentadoria precoce em 2016, quando passou por uma cirurgia no joelho, a primeira de sua carreira.

– Tive a lesão em 2016. E foi um ano muito difícil. Tive pensamentos, claro. “Será que esse vai ser o fim ou não?”. Mas, eu realmente senti que essa cirurgia não ia encerrar minha carreira. Acreditava que teria uma segunda chance. E eu tive. Isso sim foi uma grande surpresa para mim. Pude voltar em 2017 muito forte, não só no Australian Open, mas em todo o ano. Isso foi muito legal. Foi minha primeira cirurgia, eu não sabia bem como lidar com isso. Porque realmente pensei: “Eu não quero passar por outra cirurgia na minha carreira”. E definitivamente isso testou minha mente – contou Federer.

De fato, depois da cirurgia em 2016, Federer surpreendeu o mundo. No ano seguinte, conquistou outros dois troféus de Grand Slam – no Australian Open e em Wimbledon – e voltou ao topo do ranking no ano seguinte. Hoje, aos 38 anos, segue atuando em altíssimo nível, brigando pelos principais títulos do circuito mundial e, mesmo tendo passado por uma segunda intervenção no joelho, ainda não pensa em parar.




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