Apresentado no Flamengo, Pedro avisa que comemorará gols contra o Fluminense: “Claro!”

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Foto: GloboEsporte.com

O atacante Pedro foi apresentado oficialmente nesta sexta-feira, no Ninho do Urubu, após marcar três gols e dar uma assistência de calcanhar na primeira atividade comandada por Jorge Jesus em 2020. O atacante, que chegou a ser dispensado na base rubro-negra e se profissionalizou no Fluminense, comemorou o retorno ao clube do qual é torcedor de infância. No Flamengo, Pedro usará a camisa número 21.

– Queria agradecer a confiança depositada em mim. Estou muito feliz, motivado e empolgado para neste ano a gente conquistar muito mais títulos, assim como foi ano passado.


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Questionado se vai comemorar em caso de gols contra o Fluminense, seu ex-clube e rival rubro-negro, ele não hesitou:

– Claro! A reverência (comemoração) é minha marca.

Ele afirmou que foi como torcedor ao Maracanã na conquista do título brasileiro de 2009:

– Estava no Maracanã. Na arquibancada! – disse o atacante.

O novo reforço também comentou a forte concorrência no ataque. Ele disse torcer pela permanência do atacante, e falou ainda sobre a idolatria a outro centroavante que marcou a história do clube, Adriano.

– Muito bom, é um grande jogador. Foi artilheiro, conquistou títulos. Quem ganha é o Flamengo. Quanto mais jogadores, melhor. Vamos fazer grandes coisas esse ano se ele ficar. Temos muito para conquistar. O Adriano eu acompanhava muito na arquibancada quando era menor, foi um ídolo para mim também. Espero, junto com o Gabigol, fazer grande sucesso aqui no Flamengo.

Pedro deixou claro seu objetivo no clube:

– Tenho certeza de que o Flamengo vai me dar possibilidade de mostrar meu futebol e retornar à Seleção. É o que espero aqui: mostrar meu futebol para poder voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira.

Marcos Braz, vice de futebol do clube, foi o primeiro a falar:

– O Pedro era um sonho antigo. Desde que o Jorge Jesus chegou, ele fez um pedido para termos um “avançado”, como gosta de falar, um centroavante clássico. Num primeiro momento não foi possível. Mas o Pedro sempre foi o jogador que a gente se sentia mais seguro. Hoje, depois de bastante tempo, de uma ida dele para a Europa, fizemos tudo para que ele não precisasse ir para a Europa para voltar. Hoje ele está aqui. Há muitos anos vestiu essa camisa, sabe muito bem da responsabilidade e do tamanho da pressão.