Durante audiência pública que debateu a importância da Lei Kandir para produção de alimentos, o presidente da Associação do Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil), Antonio Galvan, defendeu a manutenção da legislação.

“Não faz bem só para o produtor rural, mas para toda sociedade”, pontuou. O debate, de iniciativa do deputado federal Neri Geller, foi realizado nesta quarta-feira (06.11), a Câmara dos Deputados, em Brasília.

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Também participaram da audiência o vice-presidente e diretor administrativo da Aprosoja Mato Grosso, Fernando Cadore e Lucas Costa Beber, respectivamente. Bem como representantes de sindicatos rurais, deputados estaduais, prefeitos mato-grossense e outras entidades do agro.

Em sua fala Galvan afirmou ainda que a Lei Kandir é essencial para garantia da produção de alimentos em Mato Grosso. De acordo com ele, o fim da legislação deve onerar os produtores em mais sete sacas por hectare, o que tornaria inviável a produção no Estado. “Mato grosso estaria fora do mercado totalmente”, pontuou.


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O presidente da Aprosoja-MT lembrou ainda os altos custos de produção, defendeu a mudança na gestão pública e disse que os estados merecem a compensação. “Lei Kandir tem que permanecer, mas defendo que tenha que haver a compensação. Tem que compensar os Estados”, disse.