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A 13ª Companhia de Bombeiros Militar de Lucas do Rio Verde-MT com apoio do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso está realizando durante esta semana, de forma inédita no município, o Curso de Primeira Resposta com Produtos Perigosos (CPRPP).

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“É um curso de suma importância que há tempos estávamos tentando trazer para Lucas do Rio Verde. A equipe do Batalhão de Emergências Ambientais composta por quatro instrutores está ministrando o curso. Estão passando para nós vários conhecimentos na área de produtos perigosos, justamente para que nosso atendimento nessa área seja mais seguro, eficaz e que possa produzir um resultado positivo para o local atingido”, ressaltou o Subcomandante da 13ª CIABM, Tenente BM Gustavo Corrêa.

20 profissionais estão participando do curso de especialização, sendo 11 militares da Companhia de Lucas do Rio Verde, dois da cidade de Sorriso, dois militares de Nova Mutum e outros dois da cidade de Santa Maria no Rio Grande do Sul. Além disso, um policial militar e um guarda municipal de Lucas do Rio Verde também estão passando pela capacitação.


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De acordo com o 1º Tenente BM Sabóia, coordenador do Curso de Primeira Resposta com Produtos Perigosos (CPRPP), durante as aulas são passadas técnicas defensivas para o combate a uma crise de emergência com produtos químicos perigosos.

São procedimentos de identificação, isolamento do local, evacuação de pessoas (funcionários de empresas e outros), processo de salvamento e resgate de vítimas em situações desse gênero e contenção básicas desses produtos que por alguma circunstancia estão sendo lançados no meio ambiente, afetando a população e a própria segurança do local”, explicou Sabóia.

O curso é dividido entre aulas teóricas que estão acontecendo no período matutino e aulas práticas no período vespertino e noturno.

“As aulas práticas são justamente para criar no profissional, a sensação de a qualquer momento ele pode ser acionado para atuar em um cenário desse tipo. Com esse curso, queremos que ao menos 90% de emergências desse tipo, tenham uma resposta efetiva, rápida sendo executada pela equipe local e os outros 10% que seriam as partes mais difíceis, sendo executada com apoio de uma equipe mais especializada e com mais equipamento e treinamento para esse tipo de ocorrência”, finaliza Sabóia.