Caso Mariana: Ministério Público denuncia suspeito de matar universitária por latrocínio

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Foto: TV TEM/Arquivo Pessoal

O Ministério Público denunciou nesta semana Rodrigo Pereira Alves – suspeito de matar a universitária Mariana Bazza – por latrocínio com base no inquérito policial que foi concluído na última quinta-feira (3). A denúncia ainda não foi aceita pela Justiça.

Mariana desapareceu no dia 24 de setembro depois de receber a ajuda de Rodrigo para trocar o pneu do carro. Ele foi preso horas depois de sumir com a jovem. No dia seguinte, a polícia localizou corpo dela em uma área de canavial em Ibitinga.


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O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Araraquara (SP) apontou que a jovem foi morta por asfixia mecânica causada por estrangulamento.

Segundo a polícia, Rodrigo roubou o som do carro e a carteira da universitária, além de ter tentado vender o veículo dela no dia do crime, por isso o indiciamento por latrocínio.

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Contudo, a polícia e o Ministério Público ainda aguardam resultados de laudos periciais, inclusive se houve crime de estupro.

Ajuda para trocar pneu

Uma câmera de segurança da academia registrou quando Rodrigo aborda Mariana para falar que o pneu estava murcho.

Segundo a amiga da vítima, Heloísa Passarello, foi Rodrigo quem avisou que o pneu estava murcho. O homem estava com um celular quando ofereceu ajuda e insistiu para que ela aceitasse.

Nas imagens dá para ver os dois conversando até que, Rodrigo atravessa a avenida e entra em uma chácara, onde ele trabalhava como pintor. Logo após a amiga deixar o local, Rodrigo volta e conversa mais um pouco com Mariana, até que ela entra no carro, dá volta na avenida e entra na chácara.

No imóvel, o suspeito trocou o pneu do carro de Mariana. A jovem chegou a fazer uma foto dele trocando o pneu e mandou para parentes.

Após a ajuda, o carro de Mariana aparece no vídeo deixando a chácara. A polícia diz que Rodrigo estava na direção do veículo.

Além da foto, Mariana chegou a mandar mensagens ao namorado.

Nas mensagens pelo WhatsApp, é possível ver que a universitária avisa sobre o pneu furado, os procedimentos que estavam sendo feitos e que recebia ajuda do suspeito. Mariana e o namorado mantiveram contato até 8h36. Uma das últimas mensagens da jovem foi “terça-feira pesada”.





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