Sou A POPULAÇÃO brasileira, residente neste país há mais de quinhentos anos, somos trabalhadores (as), operários (as), médicos (as), garis, advogados (as), vendedores (as), pedreiros (as), engenheiros (as), moradores (as) de rua, enfim, sou qualquer trabalhador (a) desta nação, também sou casado (a), solteiro (a), padre, freira, divorciado, bi sexual, homo, hétero, ou seja, para qualquer lugar que você olhar, eu sou um cidadão desta nação.

Por isto venho pedir que,
INTERFIRA na Administração Política deste país.

DOS FATOS QUE JUSTIFICAM E QUALIFICAM O PEDIDO:

1) – Quando Pero Vaz de Caminha relatou a Vossa Majestade, rei de Portugal, o que encontrou em terras brasileiras, ao final desta carta, pediu, se este poderia arrumar um emprego para um parente seu, desta época, até hoje, o Brasil anda de mãos dadas com a corrupção, jeitinho brasileiro, lobby, política do toma lá dá cá e a articulação. Há inúmeros fatos que comprovam estas atitudes e fazem deste impávido colosso, o país do futuro, que nunca vai chegar.
1a) – corrupção, quando uma pessoa faz algo ou deixa de fazer, mediante recebimento de vantagem.
1b) – jeitinho brasileiro, a pessoa “acha” que está fazendo bem a si mesmo, pagando (subornando), para levar vantagem, quando pratica um ato ilícito. Muito popular no Brasil, é conhecido por cafezinho, guaraná, agrado, estes alguns nomes para a burrice de pagar a alguém, para fechar os olhos por um erro seu.
Ex: alguém faz uma ultrapassagem em um lugar proibido e para não ser multado, pagar propina a um servidor corrupto. Consequentemente, o dinheiro da multa ficará para o servidor, que poderia ter sido destinado a obras públicas. E o infrator, voltará a errar, podendo um dia, por excesso de velocidade, matar uma pessoa.
1c) – lobby é a política do toma lá dá cá, onde pessoas ou grupos articulam entre si, para que todos saiam ganhando. Sem se importar com quem vai paga o pato.
1c.1) – É o mesmo ato de corrupção, contudo, praticado em uma escala muito superior ao suborno. Aqui, um grupo de pessoas percebe a possibilidade de tirar vantagem com a aprovação de uma lei, construção de um elefante branco, a edição de uma medida provisória com ou sem cabeça ou outra doidura qualquer. Entretanto, para que isto aconteça, a população será sangrada, até que todos os envolvidos, recebam sua parte em propina. Por ex: o motorista é obrigado ter em seu automóvel, um kit de primeiros socorros, pode até não saber usar, mas deve comprar. Um tempo depois que alguém encheu os bolsos, a medida provisória sem pé nem cabeça, não foi aprovada. Como os extintores, sem deixar de mencionar o exame para motoristas que precisam fazer exame toxicológico, só quando renovam a carteira, depois “pode dá um tapa na macaca” de boa.
1c.2 – Construção de elefantes brancos, perdoe Vossa Excelência, mas neste quesito, por falta de A4, a requerente, limitasse por motivos óbvios, a citar alguns poucos exemplos: transposição do São Francisco, Angras, VLT (veículo leve sobre trilhos), para as olimpíadas (aliás, tranqueiras para olimpíadas e copa do mundo, tá loco, “tamu” pagando ainda e as obras não foram concluídas), transamazônica, aeroportos, ferrovias, obras em Cuba? Venezuela? Ok, chega.

Vossa excelência, a requerente vem pedir que:
Interfera para que este país não viva mais para o futuro e sim para o presente, pois quem sabe faz a hora não espera acontecer.

A população não pode mais viver de promessas, como esta última, sobre a previdência.
Um Senhor, presidente de uma casa, (que deveria ser do povo) chorou lágrimas de crocodilo, dizendo que: a votação para aprovação da lei sobre as aposentadorias foi desgastante, o centrão relutou, a esquerda recuou, a direita foi simpatizante, o “beque” fez o que pode e o centroavante não teve culpa, mas que câmara é esta, ou é só uma escalação de peladeiros?



Isso é na verdade um Deus nos acuda, um monte de Judas querendo perdão.
Não passam de um bando de carniceiros, esperando a vitima agonizar seus derradeiros suspiros, para depois se fartar com as entranhas desta postulante.
Isto já aconteceu em outras oportunidades, na calada da noite, a mão que balança o berço, espera a população dormir e aprovam absurdos, como a vingança contra membros do ministério público e judiciário, ou bolsa político dentre muitas outras.

Por conta deste óbvio, a população desta nação, vem implorar:
“tenha piedade Vossa excelência o Eleitor”, a população não pode suportar que os abutres votem aposentadorias diferenciadas, dentro de um país igual.
TODOS são TODOS e não há qualquer justificativa que privilegie servidores federais, estaduais, municipais, distritais.

Todos são iguais, no judiciário, legislativo ou executivo.
Todos são iguais, como foi Jesus Cristo, o filho de Deus.

Paulo Cesar