BR-163 tem queda na taxa de colisões frontais e traseiras

Dados da Rota do Oeste apontam 377 ocorrências do tipo

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O número de colisões frontais e traseiras no trecho concessionado da BR-163 caiu 7% de janeiro a junho de 2019. Os acidentes são os que mais resultam em vítimas, devido a intensidade do choque e a gravidade dos envolvidos. No primeiro semestre deste ano foram registradas 377 colisões destes tipos. No mesmo período do ano passado foram 402.

 

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O gerente de Operações da Rota do Oeste, Wilson Ferreira, destaca que a redução no número de acidentes mais graves, como as colisões frontais e traseiras, pode ser considerada um dos motivos para a queda de óbitos na BR-163. De janeiro a junho deste ano, a taxa foi 23% menor ao ano passado.

 


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“O índice de vítimas fatais em colisões frontais e traseiras é maior do que em outros tipos de acidentes. Por isso, a queda é tão representativa. Entre as causas dessas colisões estão as ultrapassagens forçadas ou irregulares, alta velocidade e a falta de atenção. Por isso, a Concessionária reforça aos usuários quanto ao respeito às leis de trânsito e manobras realizadas”, pontua Ferreira.

 

Conforme levantamento da Rota do Oeste, os acidentes mais frequentes no primeiro semestre de 2019 permaneceram iguais ao ano passado, sendo colisão traseira (19%), saída de pista (17%) e colisão transversal (11%). Já as colisões frontais foram a causa de 2,9% dos registros.

 

Ainda de acordo com o levantamento da Concessionária, os homens foram os principais envolvidos nos acidentes do primeiro semestre na BR-163. A taxa ficou em 76,9% das vítimas, sendo que em 50,7% dos casos eles eram os condutores dos veículos.