Prefeitura do Rio monta esquema para atender vítimas de desabamento

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A Defesa Civil municipal está com 12 agentes trabalhando no Condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, na zona oeste do Rio, onde dois prédios desabaram na manhã de hoje (12). Equipes de engenheiros e técnicos isolaram a área, incluindo a retirada de moradores dos prédios vizinhos, que também passam por avaliação estrutural.

Os agentes também apoiam o Corpo de Bombeiros no resgate de possíveis vítimas e já acionaram as concessionárias de energia e gás para dar suporte à operação. Um cadastro de moradores também está sendo realizado para identificar e organizar o atendimento.


A Secretaria Municipal de Saúde montou uma tenda no local do desabamento com cerca de 30 profissionais entre médicos, enfermeiros técnicos de enfermagem, psicólogos e agentes de saúde. Os profissionais estão fazendo curativos, aferindo pressão e dando um primeiro atendimento às vítimas, que estão sendo encaminhadas para os hospitais municipais Lourenço Jorge, Barra da Tijuca e Miguel Couto, na Gávea.

Vítimas

No Lourenço Jorge está internada uma mulher de 35 anos, em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). No mesmo hospital, dois homens deram entrada com ferimentos leves e já tiveram alta. No Miguel Couto está internado um homem, de 46 anos, uma mulher de 29, outra mulher de 44 anos e uma menina de apenas 4 anos. Todos estão em estado de saúde estável e passam por exames clínicos.

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No Hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, morreu no início da tarde, Cláudio José de Oliveira Rodrigues, que sofreu traumatismo craniano e deu entrada no hospital em estado gravíssimo, politraumatizado, com múltiplas lesões torácicas. A filha de Cláudio, Clara Rodrigues, de 10 anos, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento da Unimed, na Barra da Tijuca, com fratura na perna e um ferimento leve na cabeça e já recebeu alta.

Edição: Sabrina Craide