Cuiabanos “raiz” e de coração contam seus desejos para o futuro da Capital

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Palco para importantes momentos históricos da Capital, a Praça Alencastro recebeu cerca de 10 mil pessoas na noite de segunda-feira (8) para a celebração dos 300 anos de Cuiabá. Por ali, cuiabanos de chapa e cruz e cuiabanos de coração contaram um pouco de suas experiências na cidade mais calorosa do Brasil, deixando seus desejos para o futuro das próximas gerações de moradores.

É o caso do historiador Aníbal Alencastro, tataraneto do Coronel José Maria de Alencastro, a quem a Praça Homenageia. Aos 77 anos ele prestigiou os festejos e acompanhado por parentes e amigos, com quem rememorou a história da Capital, que se mistura com a de sua própria família.

“Três Alencastros foram presidentes de província. O primeiro foi Antônio Pedro de Alencastro, que chegou aqui em 1834 para abafar a rusga, que foi um movimento revolucionário. Então, para mim é um prazer estar aqui porque fazemos parte da cuiabania desde o século XIX. Eu faço parte da cidade e gostaria que avançássemos no saneamento básico, que fossem respeitados nossos córregos.”

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Os anseios são compartilhados por outros mais jovens, como Geise Machado, que chegou à Cuiabá com apenas um ano de idade. Mãe do pequeno Benício, de três anos, ela diz esperar que o filho viva em uma cidade com a educação melhor, mais saúde e mais respeito. Acho que está faltando reciprocidade e empatia a todos que moram aqui. É isso que desejo não apenas para os pequenos, mas para os grandes também.”

Mais histórias como a de Geise Machado estão registradas no vídeo abaixo. Confira:

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