Congresso homenageia os 300 anos de Cuiabá

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Roque de Sá/Agência Senado

Sessão solene do Congresso Nacional homenageou os 300 anos da capital do Mato Grosso, Cuiabá. A iniciativa para a homenagem é de parlamentares mato-grossenses: senador Wellington Fagundes (PR) e deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB).

Wellington destacou a hospitalidade, a culinária, o turismo e a agroindústria da capital de Mato Grosso.

— Ao longo desses três séculos, a cidade passou por inúmeras e profundas transformações até se tornar o que é hoje: um centro de referência em prestação de serviços e produção industrial. Cuiabá é um ativo polo comercial e de atração de turistas do Brasil e do mundo, graças a seu espetacular patrimônio histórico, suas encantadoras belezas e o Pantanal, Patrimônio da Humanidade — afirmou.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, lembrou que a cidade passou 250 anos “isolada do Brasil”. Mas, graças ao projeto de integração iniciado pelo então presidente Juscelino Kubitschek, o município passou a seu um “centro de desenvolvimento”.

— Há grande expectativa quando se fala de Mato Grosso. A capital Cuiabá tem todas as condições para se tornar um grande polo industrial e transformar a enorme produção agrícola e pecuária do estado. Mato Grosso tem em Cuiabá, portanto, o agente transformador de sua gigantesca produção — disse.

O embaixador do Estado da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, lembrou que Cuiabá acolhe uma expressiva comunidade árabe. Ele defendeu que o governo brasileiro tenha “sabedoria” para manter boas relações com a Palestina e os demais países do mundo árabe.

— Os árabes que vieram a este país se sentem em primeiro lugar brasileiros de origem árabe que assumem o Brasil como sua primeira pátria. Apostamos na relação com o Brasil. Apostamos na sabedoria dos políticos para preservar as relações históricas entre o Brasil e os países árabes — afirmou.

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que abriu a sessão solene, destacou a “hospitalidade, a pujança e o desenvolvimento” de Cuiabá.

— A cidade é um polo de alegria, cultura, história, belezas naturais, serviços e tecnologia. Uma capital que teve que se tornar moderna o suficiente para fazer frente às necessidades que a pauta econômica das últimas décadas existiu – disse.