Crescimento da construção civil é garantia de empregos e renda, defende Selma Arruda

O potencial do setor para o reaquecimento da economia também foi destacado no encontro

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A senadora Selma Arruda manifestou apoio projeto “Construção: 1 Milhão de Empregos Já”, apresentado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), durante evento realizado em Brasília nesta quarta-feira (13.02). Senadores e deputados de todos os estados e do Distrito Federal acompanharam a apresentação do conjunto de propostas que terão debate no Congresso e são destinadas a melhorar o ambiente de negócios e a retomada do investimento.

“O setor da construção civil sempre foi um dos grandes responsáveis pela geração de emprego e renda em todo o país. Mato Grosso, mesmo sendo um grande líder no agronegócio, também teve seu período áureo na construção civil. Eu acredito que novas medidas tomadas pelo executivo, como alterações no Programa Minha Casa Minha Vida, vão combater o déficit habitacional e impactar diretamente na retomada da economia do país. O setor precisa de apoio e vamos sustentar essa pauta no Senado”, disse a senadora Selma Arruda.

O potencial do setor para o reaquecimento da economia também foi destacado no encontro da Câmara. O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Júlio Flávio Campos de Miranda, participou do evento junto com o diretor de Obras do sindicato, Fausto Richard Echer, e com o empresário do setor Anderson Farias.

“O evento foi muito positivo, pois superou nossas expectativas. Vieram os três senadores por Mato Grosso, além de deputados federais. A construção civil é um setor que gera emprego e renda por isso os construtores mato-grossenses e brasileiros querem o comprometimento do Senado e do Congresso Nacional acerca das mudanças necessárias para alavancar o crescimento do setor”, disse o Júlio Flávio.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, explicou que o setor da construção vem desenvolvendo alternativas que permitam ao capital privado suprir o investimento público, sobrecarregado pela crise, e voltar a empreender e gerar renda e emprego. “A única forma de se sair de uma crise macroeconômica é via emprego, por isso nós queremos convidá-los para esse projeto que visa a retomada do emprego formal, decente, com garantias trabalhistas, tudo dentro da lei”, explicou.