Pivetta cita corte de 50% em cargos da Educação e Infraestrutura

"Nós vamos ajustar tudo que for possível para diminuir despesas", diz vice-governador do Estado

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Responsável pela coordenação das Secretarias de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e Educação (Seduc), o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) informou já ter diminuído 50% dos cargos nas duas pastas nesses primeiros oito dias de gestão.

 


Pivetta foi designado pelo governador Mauro Mendes (DEM) para comandar as duas secretarias junto com os secretários Marcelo de Oliveira (Sinfra) e Marioneide Kliemaschewsk (Seduc) por conta dos trabalhos realizados por ele nessas áreas na Prefeitura de Lucas de Rio Verde (a 335 km de Cuiabá).

 

Conforme o vice-governador, os cortes são necessários para diminuir as despesas do Poder Executivo.

 

O momento agora é de apertar os cintos, eliminar gastos e melhorar a qualidades desses gastos. Também precisamos melhorar mais a receita do Estado

 

Ele elencou que a crise econômica deve ser combatida em duas vias: primeiro, com austeridade, corte de gastos e diminuição de despesas e, em segundo, com o aumento da receita.

 

“O governador me pediu para ajudar e já estou dentro das secretarias trabalhando junto com os secretários Marcelo e Marioneide. Vamos promover importantes mudanças em ambas as pastas. Vamos fazer parcerias estratégicas com todas as sociedades organizadas, municípios, associações de produtores para viabilizar os recursos”, disse.

 

“O momento agora é de apertar os cintos, eliminar gastos e melhorar a qualidades desses gastos. Também precisamos melhorar mais a receita do Estado e estamos planejando arrecadar melhor, combatendo a sonegação”, disse, em entrevista à Rádio Capital FM.

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“Na Sinfra e Seduc, por exemplo, nós já estamos diminuindo a estrutura de governança em 50% no número de pessoas, fora quase 1.800 contratos de temporários da Seduc. Nós vamos ajustar tudo que for possível para diminuir despesas, porque caso contrário não teremos dinheiro”, acrescentou.

 

Pivetta lembrou que o Estado já está com um déficit de R$ 1,9 bilhão e que a atual gestão não poderá gastar com nada para conseguir “desarrochar” o Estado.

 

“Ao longo dos últimos anos foi estruturado o caos e parece que foi planejado deixar uma bomba relógio armada. Realmente, se nós arrecadarmos tudo que está previsto arrecadar e gastarmos tudo que está previsto gastar esse ano, nós teremos um déficit de quase R$ 2 bilhões. É impossível para um Estado que não tem onde se autofinanciar. Então, o arrocho precisa acontecer e medidas inteligentes de equilíbrio fiscal de cortes de despesas já estão sendo tomadas”, pontuou.

 

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