Em nota, família Riva diz que funcionários de fazenda agiram em legítima defesa durante confronto

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Foto: Reprodução

A empresa Floresta Viva, que administra a Fazenda Bauru, de propriedade do ex-deputado estadual José Riva emitiu uma nota na manhã deste sábado (5) afirmando que a terra, localizada no município de Colniza (1.065 km de Cuiabá) é constantemente invadida por grileiros que desrespeitam ordens judiciais.

Nesta madrugada, duas pessoas morreram e outras sete ficaram feridas em um confronto armado entre supostos invasores e funcionários da empresa Unifort, contratada para prestar serviços de segurança na propriedade.


Na nota de esclarecimento, encaminhada à imprensa pela família Riva, a empresa Floresta viva também informa que a Unifort foi contratada em razão de inúmeras invasões e que os seus funcionários se limitaram a se defender no intuito de garantir a integridade física.

Veja a nota:

A empresa Floresta Viva, em decorrência dos últimos fatos ocorridos em sua propriedade rural situada em Colniza-MT, esclarece:

1) A Fazenda Bauru desde sua aquisição sofre inúmeras invasões ilegais, onde a propriedade é destruída e crimes ambientais são realizados. Todas as invasões foram devidamente comunicadas ao Poder Judiciário;

2) Os invasores insistem em desrespeitar as ordens judiciais, inclusive de afastamento dos limites da propriedade e, cometem toda sorte de crimes, como ameaça, crimes ambientais e etc. Tais ocorrências sempre foram devidamente comunicadas em tempo e modo as autoridades competentes;

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3) Em razão das inúmeras invasões, a empresa contratou uma empresa de segurança privada, devidamente registrada  e previamente informada as autoridades, com a finalidade de proteger o local das inúmeras invasões;

4)Infelizmente, no dia de hoje, empregados da empresa habilitada de segurança terceirizada privada, situada na Fazenda Bauru, sofreram uma emboscada realizada por terceiros, fortemente armados, que atentaram contra a vida dos seguranças e empregados da fazenda.

5) Lamentavelmente pessoas que se auto denominam trabalhadores rurais, mas que fazem parte de um grupo armado, novamente desrespeitando ordem judicial de reintegração de posse e de afastamento dos limites da propriedade, não somente atentaram contra a vida de pessoas como pretenderam com o uso da força, invadir a propriedade rural produtiva, para cometer crimes de toda ordem.

6)A empresa de segurança limitou-se a se defender no intuito de garantir a integridade física dos seus empregados.

7) A empresa Floresta Viva, imediatamente após o ocorrido, comunicou os fatos as autoridades competentes.

8) Igualmente, como em todas as ocasiões, a empresa Floresta Viva levará a situação ao Poder Judiciário para garantir a ordem e o cumprimento da lei.

9) Por fim, a empresa lamenta o ocorrido, externando sua preocupação com a vida e integralidade física de todos os envolvidos.






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