“Cuidando do Cuidador” promove bem-estar dos profissionais da Saúde para melhor atender à população

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Enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, técnicos, pessoal do Setor Administrativo e demais profissionais da Secretaria Municipal de Saúde têm recebido cuidados específicos com a própria saúde para melhor atenderem a população. Por meio do Projeto Cuidando do Cuidador, a fisioterapeuta da Pasta, Kátia Milena Ribeiro, desenvolve atendimento a esse público utilizando auriculoterapia, neurofisiologia, reflexologia, além de ginástica laboral, orientação e acompanhamento.

Tendo como princípio o conceito de que plantas dos pés e palmas das mãos possuem um mapa dos órgãos do corpo e que, por meio da pressão nos devidos pontos, é possível provocar alterações fisiológicas e tratar doenças, a reflexologia pode ser aliada a auriculoterapia, que também se baseia na ideia de que a orelha é um microssistema que guarda em si o desenho da compleição física do indivíduo e pode receber estímulos em sua superfície para aliviar dores. Já a neurofisiologia atua sobre o sistema nervoso.

Kátia conta que o projeto começou em meados de 2017 e ocorria uma vez por semana, quando ela ficava à disposição dos servidores da Pasta atendendo na Sala da Saúde do Trabalhador. O resultado foi extremamente positivo, segundo ela, e, por isso, o atendimento foi ampliado para outros dias e locais. Assim, a fisioterapeuta passou a atuar não somente no prédio da Secretaria de Saúde, mas também na Policlínica Central, na Policlínica da Vila Itamaraty e na Central de Regulação.

“No início, o índice de reclamações dos funcionários, que se queixavam de ansiedade, estresse, dores musculares, depressão e insônia era muito alto. Após algum tempo, observamos que houve um aumento de produtividade e diminuição do tempo de atestado médico e, simultaneamente, redução de todos os sintomas que indicavam problemas de saúde. Aqueles que tinham alergias e receberam aplicação de auriculoterapia relataram que não precisavam mais tomar os medicamentos”, narra a fisioterapeuta.

Ela ainda lembra que o bem-estar não foi só físico: “Notamos que a terapia teve impacto positivo sobre a área psicológica e emocional dos profissionais”. Kátia atribui esse benefício ao fato deles receberem suporte e atenção especial para cuidarem de si: “Com o projeto, eles se sentem importantes e valorizados. Até mesmo porque sou eu que vou até eles. Desse jeito, não é preciso que se desloquem para participarem do programa”.


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