Sósia de Mbappé, W. Silva fala sobre amizade com Coutinho e fase pelo Inter: “Não vim à toa”

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Foto: Eduardo Deconto

Wellington Silva começa a falar sobre as chances cada vez mais frequentes pelo Inter nesta reta final do Brasileirão e logo desanda a sorrir. A reação é instantânea e até natural. Basta olhar para as dificuldades vivenciadas pelo atacante ao longo de 2018 para entender sua felicidade.

O camisa 11 superou uma série de problemas físicos nos primeiros meses do ano e enfim ganha minutos como um reserva de luxo para a equipe de Odair Hellmann na briga pelo título do Brasileirão. No último domingo, Wellington deixou o banco para dar uma assistência a Rodrigo Moledo, na virada por 2 a 1 sobre o Atlético-PR. Na partida anterior, foi de um chute seu que nasceu o gol, em rebote de Jonatan Alvez, no empate em 1 a 1 com o Vasco.


Antes de tudo isso, foi preciso boa dose de persistência ao longo de 10 meses para enfim dar um sinal tardio de que irá corresponder às expectativas de sua contratação, fechada ainda em janeiro. Ao chegar ao clube, o atacante teve de enfrentar a fisioterapia para se recuperar de uma lesão no púbis.

A diretoria colorada, aliás, já manifestou desdejo de contar com o atleta na próxima temporada. O jogador está emprestado pelo Fluminense até o fim do ano, com opção de compra prevista no contrato.





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