Reconhecimento, tecnologia e amizades fazem a diferença na carreira do servidor público

Reconhecimento, tecnologia e amizades fazem a diferença na carreira do servidor público

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Quarenta anos, um mês e sete dias. Este foi o tempo dedicado por Adão Lesco, 57 anos, ao serviço público de Mato Grosso até a aposentadoria. Contudo, um ano após o benefício, resolveu retomar a carreira de servidor público.

Ele conta que neste período de aposentadoria sentiu falta do trabalho.  Lesco por duas décadas prestou serviços no setor de Patrimônio e Almoxarifado. Ele começou no serviço público no antigo Departamento Jurídico, ligado à Secretaria de Justiça, que funcionava à época no Palácio Alencastro. Anos depois transformada em Procuradoria Geral do Estado (PGE).


A história de Adão Lesco e da PGE caminha alinhada. Ele é uma memória viva da existência deste órgão público, que só em 1992 tornou-se autônomo. Agora, seis meses depois de retomar o serviço, o técnico aposentado conta que fez muitas amizades e que continuam até hoje, uns frequentando a casa dos outros, e, com o advento de novas mídias, como o WhatsApp, se mantêm mais unidos com bate-papo em grupos.

Para ele, a carreira de servidor público evoluiu e melhorou. “Antigamente servidor era só servir. Hoje tem diferença, tem interação, antigamente não tinha isso, melhorou bastante”, comenta. Ele relembra, por exemplo, da festa surpresa de despedida, por conta da aposentadoria, organizada pelos amigos da Procuradoria. “Muitas pessoas que eu achava que não me davam importância apareceram na festa”, diz.

“Tem pessoas que a gente leva para a vida”, afirma, relembrando que retomou ao serviço público porque também gosta de viver em ambientes movimentados.  Formado em Gestor de Serviço Público e pós-graduado em Direito Administrativo, Lesco ocupa a gerência de Apoio Logístico.

Reconhecimento

O reconhecimento profissional do servidor público faz, na Procuradoria Geral do Estado (PGE), o diferencial na carreira e na atuação institucional para atingir a excelência. Cargos e funções de lideranças, na grande maioria, são ocupados por servidores de carreira. Além de Lesco, outras servidoras atestam o comprometimento dos funcionários o órgão, neste dia 28 de outubro, em que é comemorado o Dia do Servidor Público.

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Técnica da PGE e coordenadora de Gestão de Pessoas da PGE, Laura Christiane Pinheiro Alves, reconhece melhorias no serviço público. “Aqui mesmo na PGE melhorou em termos de estrutura física, de sistemas, tudo evoluiu muito, foi um salto quântico”, descreve a servidora.

De acordo com ela, o reconhecimento ao servidor melhorou e cita, como exemplo, o funcionário de carreira que está ocupando cada vez mais cargos de liderança. “Isso é algo que não tinha antes e mostra respeito. É um voto de confiança aos servidores e o trabalho flui melhor”, contextualiza Laura.

E a confiança também vem dos amigos conquistados ao longo dos anos no ambiente de trabalho. Laura cita o ciclo de amizades no trabalho e que levou à vida pessoal, inclusive com laços estreitos. A madrinha da sua filha é uma amiga de trabalho da técnica, que ingressou na PGE em 2005, por meio de concurso público. Contudo, é servidora pública desde o ano 2000.

Diretora de Gestão da Dívida Ativa, Pasqualina Maria Ferreira, é a responsável pelo maior setor da PGE, tanto em termos de números quanto de servidores. Bacharel em Direito, ela está há 17 anos no cargo de analista, cujo ingresso foi por concurso público.

Pasqualina não só reconhece como viu o quanto que o serviço avançou nos últimos anos. “A evolução no serviço público melhorou em todos os sentidos, como na remuneração e no ambiente de trabalho. “Quando chegamos na PGE tinha dois computadores e internet discada”, relembra.

“Quando um servidor de carreira está na liderança há muito comprometimento. É a nossa casa, carreira e tem que vestir a camisa dando o melhor”, reforça Pasqualina.





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