Os dados pessoais de mais de 500 mil usuários do Google+ ficaram expostos na rede social por conta de um problema de software do Google, admitiu a empresa nesta segunda-feira (8).

A falha permitiu que qualquer pessoa tivesse livre acesso sobre informações pessoais dos usuários, como nome, endereço de e-mail, profissão e gênero. Os dados eram mostrados mesmo que estivessem marcados como privados. Segundo a imprensa norte-americana, o erro em questão só foi consertado em março deste ano, durante uma revisão interna da empresa. No entanto, estima-se que a falha na rede social tenha começado em 2015.

O Google, por sua vez, informou que ninguém mal intencionado descobriu a falha nestes três anos, antes da empresa. A multinacional norte-americana ainda alegou que ninguém usou a vulnerabilidade da rede social para acessar os dados dos usuários.

Após a polêmica, o Google anunciou que irá descontinuar o Google+ nos próximos 10 meses. A empresa alegou que o baixo uso da rede social é um dos principais motivos para encerrar as atividades do serviço.





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