DINHEIRO PÚBLICO
Senadores de MT gastam R$ 1,1 milhão com despesas parlamentares
As maiores despesas dos parlamentares foram com aluguel de imóvel para escritório político, divulgação de atividade parlamentar, passagens aéreas e locomoção e hospedagem.
Publicado em 12/02/2018 às 09:44 | CAROL SANFORD - REPORTER MT
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Os três senadores mato-grossenses gastaram R$ 237,9 mil em somente passagens durante o ano de 2017.


 

Os senadores mato-grossenses gastaram R$ 1,1 milhão da cota parlamentar durante o ano de 2017. As maiores despesas dos parlamentares foram com aluguel de imóvel para escritório político, divulgação de atividade parlamentar, passagens aéreas e locomoção e hospedagem.

 

O senador do Podemos, José Medeiros, teve despesas na ordem de R$ 420,2 mil. A divulgação da atividade parlamentar custou R$ 104,8 mil aos cofres do Senado. Já com locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, o senador gastou R$ 96,6 mil.

 

Medeiros também teve despesas com contratação de serviços de apoio ao parlamentar, que custaram R$ 74,8 mil ao longo do ano.

 

O senador republicano Wellington Fagundes foi o segundo em maior gasto da cota parlamentar. Entre os meses de janeiro a dezembro do ano passado, ele teve despesas com total de R$ 360,1 mil.

 

Os maiores gastos foram com aluguel de escritório parlamentar (R$ 109,6 mil) e locomoção e hospedagem (R$ 109,5 mil).

 

O senador José Aparecido dos Santos, o Cidinho Santos (PR), usou R$ 352,6 mil da cota parlamentar. Os maiores gastos do republicano foram com aluguel de imóveis para escritório político, sendo um total de R$ 112 mil, e com divulgação da atividade parlamentar, R$ 131,6 mil.

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Passagens aéreas

Os três senadores mato-grossenses gastaram R$ 237,9 mil em somente passagens durante o ano de 2017.

 

Medeiros foi o que mais utilizou a cota parlamentar com a compra de passagens, gastando R$ 109,8 mil. Em segundo lugar, ficou o senador Wellington Fagundes, com gastos da cota parlamentar na compra de passagens, no valor de R$ 71,4 mil.

 

Já Cidinho Santos, utilizou R$ 56,7 mil da cota parlamentar com a compra de passagens.

 






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