Decisão dos EUA abre mercado de carne bovina in natura para 13 estados e o DF

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, relacionou há pouco as 14 unidades da Federação que estão livres de febre aftosa com vacinação e que podem se habilitar para exportar carne bovina in natura aos Estados Unidos: Tocantins, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Sergipe.


A negociação foi concluída há pouco em reunião ministerial com a participação da ministra Katia Abreu, nos Estados Unidos. A liberação do mercado norte americano é o resultado de mais uma articulação da presidente Dilma Rousseff na firme decisão de colocar seu peso político para que o governo Barack Obama liberasse a entrada de carne bovina in natura do Brasil no mercado norte-americano.

A expectativa da ministra é que em cinco anos o Brasil esteja exportando 100 mil toneladas de carne bovina para os Estados Unidos. Nos últimos 15 anos, os norte-americanos não compraram carne bovina in natura do Brasil por causa de restrições sanitárias.

  Agronegócio não é o vilão

A abertura do mercado ao produto brasileiro é uma sinalização importante para o setor agropecuário brasileiro. Na interpretação de Kátia Abreu, essa decisão do governo Barack Obama é como “ter uma senha” para o acesso a outros mercados.

Depois de 15 anos, o anúncio da decisão dos Estados Unidos de abrir seu mercado doméstico à carne bovina in natura tem efeito disseminador da qualidade da carne brasileira. “É o céu que se ilumina”, afirmou confiante a ministra Kátia Abreu, que ao longo do próximo semestre quer abrir novos mercados para a carne brasileira. 

 

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