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  Cenário Agrícola EM CUIABÁ  
 

O preço do frete da ferrovia deveria ser pelo menos 30% mais barato do que o frete rodoviário

 
 
 

A ferrovia com terminal em Cuiabá é motivo de integração de Mato Grosso com áreas produtivas e centros urbanos crescentes

 

 
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  Publicado Quarta-Feira, 26 de Março de 2014, às 05:54 |  
 
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O preço do frete da ferrovia deveria ser pelo menos 30% mais barato do que o frete rodoviário

 O terminal ferroviário em Cuiabá é necessário para garantir maior competitividade no transporte da produção agropecuária e reduzir o preço do frete praticado, mas, também, potencializará a Capital na condição de agregar a chamada carga de retorno dos grandes centros com produtos industrializados.

 
 
O preço do frete da ferrovia deveria ser pelo menos 30% mais barato do que o frete rodoviário. Coisa que infelizmente não ocorre hoje”, compara o presidente do Fórum Pró-Ferrovia em Cuiabá e ex-secretário estadual de Logística, Francisco Vuolo.
 
 
A partir do momento que tivermos um terminal da ferrovia em Cuiabá, a tendência da carga do Médio Norte e do Norte de MT, que hoje segue para Rondonópolis, será de ficar na Capital. Isso irá fazer com que haja uma competitividade entre os dois terminais que, além de forçarem melhor oferta na qualidade dos serviços, deverão jogar para baixo o valor do frete”, complementa Vuolo.
 
 
O governo federal, que trabalha pela integração do Estado de Mato Grosso por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), planejou e deve abrir concessão este ano para a construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), que interligará de leste a oeste o Estado entre as cidades de Cocalinho(MT) até Vilhena(RO), passando por Lucas do Rio Verde(MT).
 
 
Esse traçado integrará a região do Araguaia, nova fronteira agrícola e de urbanização em Mato Grosso. Além disso, o governo federal contratou os estudos da Ferrovia Senador Vuolo para os trechos de Cuiabá (MT) a Rondonópolis (MT) e Cuiabá(MT) até Santarém (PA), que deverão ser apresentados oficialmente no mês de abril pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
 
 
A ferrovia com terminal em Cuiabá é motivo de integração de Mato Grosso com áreas produtivas e centros urbanos crescentes. Vuolo faz a afirmação para contextualizar que “é um erro quando as pessoas ao pensar em logística desenham ferrovias visando exclusivamente o escoamento da produção. Devemos pensar em integração do nosso Estado e isso passa pela chegada dos os trilhos a Cuiabá”.
 
 
Temos a certeza de que os estudos que estão sendo realizados pela ANTT apontam nesse caminho e devemos enxergar a ferrovia não só como um eixo para escoamento do que produzimos, mas, temos que colocar em pauta os produtos industrializados e insumos que virão dos grandes centros para atender a demanda interna do nosso Estado. Aí, Cuiabá, como grande centro consumidor e distribuidor, fará cumprir o seu papel estratégico no fortalecimento econômico de toda nossa região”, afirma.
 
 
Vuolo defende um Mato Grosso mais competitivo com novas alternativas para o escoamento da produção e corredores em direção ao Norte, até ao Pará, para a região leste do Estado e para o oeste.
 
 
Precisamos muito mais que uma ferrovia, necessitamos de uma malha ferroviária que atenda à demanda crescente dos nossos produtores. Somente assim, seremos mais justos com aqueles que plantam o que nós comemos. A solução logística para o nosso Estado, além da melhoria de nossas estradas, é a ferrovia”.
 
 
Atualmente, a Ferrovia Senador Vicente Vuolo tem terminais em Alto Araguaia, Itiquira e Rondonópolis. O projeto e o traçado de ferrovia que liga Cuiabá a São Paulo foram definidos pela lei do pai de Vuolo, então senador Vicente Vuolo, pela lei 6.346/76.
 
 
QUEBRA DO MONOPÓLIO
 
O avanço da Ferrovia Senador Vuolo dentro do Estado de Mato Grosso rumo a Cuiabá, bem como a FICO, seguirão um novo modelo de concessão, onde o governo federal contrata a construção, a manutenção e a operação da ferrovia e, por meio da VALEC, se responsabiliza pela compra e oferta pública da capacidade integral da carga transportada, assegurando o direito de passagem dos trens em todas as malhas e a modicidade tarifária.
 
 
Nesse novo modelo, o governo federal garante maior competitividade do modal ferroviário e quebra o monopólio do setor, pois, aquele que irá construir a ferrovia não será o mesmo que irá operá-la”, afirma.
 
 
Com isso, deveremos ter um frete mais barato, pois, qualquer investidor poderá adquirir vagões e locomotivas para transportar os seus produtos, e como acontece no uso das rodovias, será possível transitar nos trilhos de outras concessionárias com um pedágio monitorado pelo governo federal”, explica Vuolo. 
 
(Com informações da Assessoria)

 
 
 

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Dia 25 de marco de 2014 se realizou na cidade de Cuiabá o Congresso Jovem da NTC e logística, e os números são desanimador, para os transportadores Rodoviários de cargas, não é que o frete ferroviário deve ser 30 mais barato é que o rodoviário que esta muito abaixo do preço . Enquanto em países europeu o frete rodoviário de cargas é cinco vezes mais caro que o ferroviário, no Brasil se faz a magica de ferroviário e rodoviário ser o mesmo preço. E obvio que as transportadoras estão fechando com prejuízo exorbitante e nem mesmo fluxo de caixa estão conseguindo fazer. Empresários do Ramo de transporte Rodoviário não conhece seus custos, e pior não controlam a jornada de trabalho de seus motoristas, só esta dando um tiro no pé por que a responsabilidade é dos transportadores não do embarcador, e pior acham que estão fazendo futuro agindo desta forma, e é bem o contrario estão se afundando , é grave. Agronegócio, não é o frete rodoviário que é caro é o custo que esta insuportável, e ninguém que pagar a conta. Vejo um setor com muitas empresas fechando, alias outro dado alarmante que este é um dos setores da economia que mais empresas abrem falência. Querem aplicar as leis da Europa mas ninguém quer pagar a conta.
Carla

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